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Mensagem por Felipe em Seg Jun 05, 2017 2:23 pm

Amanhecia nas terras de Gauntlgrym, que se estendiam entre as Colinas ao norte de Arabel, até o norte de Boven, limitadas pelo Lago, e a comunidade crescente de LakeHeaven.

Depois de dias de caos e revelações, algumas almas seguiam exaustas, outras, mais leves e satisfeitas pelo dever Cumprido.
A manhã daquele dia foi tranquila, apenas muitos estudos e reunir informações.

O poder na vila e sua administração estava nas mãos de Nigel, enquanto o clérigo de Kelemvor nomeara um seguidor para assumir como coveiro e patrono do cemitério no lugar de Ben, que foi velado pela manhã com todas as honras merecidas.
Quase todos os druidas do encontro compareceram ao seu funeral, e Jonas, o novo funcionário do jazigo, adota para si o velho sabujo, que se recusava a afastar-se do túmulo de seu velho amigo.
Ao mesmo tempo, Firgas chega com um enorme cortejo acompanhando o caixão de seu pai, sua mãe e sua irmã. O combatente estava cercado pelos amigos caçadores e lenhadores, que agora formavam uma espécie de guarda pessoal, pouco receptiva aos forasteiros. O que corria entre as línguas era que niguém mancharia a vontade do velho Patrono em recusar o amparo dos Andarilhos na vila, mas que a presença drow, ainda que tolerada, era vista com desconfiança por muitos ainda.

=====================================================

More

Passa uma noite tranquila entre os seus, conhecendo um pouco mais de cada um. Devido ao comportamento recluso e desconfiado de Dago, alguns se separaram dos demais, um pequeno grupo disposto a deixar a segurança da vila na mesma noite, tendo permanecido um dia a mais para observar como andavam as coisas. São eles: Dago, Yantraz, Yullie, Jegred, Nizana e Myra.
Entre eles haviam sorrisos de um grupo de longa estrada, mas desconfiados com as atitudes daqueles à sua volta, aparentemente mais desconfiados e acostumados às traições.
Chamou a atenção de muitos observadores (e causando medo entre os caçadores que já cercavam a torre) um momento de treinamento entre Jegred e Yantraz. O que começa com uma troca de sopapos logo torna-se um espetáculo, eram dois lutadores impressionantes, e sua agilidade era monstruosa. No entanto, More reconhece alguns dos movimentos do meio drow. Já os vira, embora num nível muito inferior, sendo executados por Helmut, um dos seus, que estava fazendo um trabalho de escolta para um grupo de mercadores até Gauntlgrym.

Boblin, Morrigan, Illia e Ruby decidem ficar. Boven era promissora, e um ambiente onde Illia poderia se aperfeiçoar. Ela e seu grande amigo e professor Ruby se hospedam na taverna local, e não demora a firmarem um acordo com Boblin para que os ajudasse naquela nova terra. A garota ainda ficou conhecida entre os bardos como "pequena fada", depois que num descontrole de suas habilidades, preencheu toda a taverna com luzes coloridas, um verdadeiro espetáculo que alguns espalhariam como "os espíritos da mata regressavam aos lares de Boven, trazendo novas vidas e o início de uma nova história para a vila".
Já Morrigan apresenta-se a Aelynn, encantando-se com os trabalhos no pequeno santuário de Selune que estava sendo construído, agora com a ajuda de uma clériga de Mystra. Eram as "belezas" locais, cujas aparências, agora somadas por Morrigan, chamavam demais a atenção pela vila, provocando algumas confusões com casais locais.
Naquela mesma manhã, Silvernai volta das montanhas, indo direto em busca dos amigos recém-chegados. Ela se hospeda na taverna, onde alguns bardos da noite anterior permaneciam imersos em sues contos e "produções" literárias. More fica sabendo que Nigel deu-lhes alguma instrução, mas desconhecia os detalhes.
More sabia que quanto mais gente arrebanhasse, mais difícil ficaria a integração. Se fosse seguir com a idéia de seu conselho, era hora de colocá-lo em prática. Shedan já não dava mais conta de, sozinho, cuidar das coisas na torre, dado o enorme entra-e-sai de gente, entre moradores e recém-chegados.
A pedido de Firgas, Finn refaz uma de suas cabanas para abrigar Dago e seu grupo por mais um dia. O "líder" do pequeno grupo parecia irredutível em sua decisão, e os demais não mostraram maior interesse em permanecer. Se More os quisesse por perto, só teria até o anoitecer.

Incidentes:
* Yantraz quase matou um camponês depois de seguir Yullie, que se afastou da torre para colher flores, e tentar atacá-la. O pior só não aconteceu porque Jegred interferiu, convencendo o drow a voltar ao acampamento, e em seguida ele próprio (Jegred) esmurrou o pobre coitado antes de levá-lo à presença de Nigel, que mandou prender o camponês. O clérigo e o meio-drow conversaram por mais de uma hora a portas fechadas.

* Noutro momento, More viu-se seguido por Nizana. A drow queria puxar assunto, parecia disposta a conhecer um pouco mais daquelas terras, embora reconhecesse a proximidade do perigo por tamanha proximidade de Cormyr. More fica sabendo que um gupo de Magos estava atacando nas montanhas fazendo-se passar por Magos de Guerra de Cormyr. Eles mesmos cruzaram seu caminho, e se não fosse a habilidade letal de Yantraz, não teriam tido chance alguma.
Quando a conversa termina e a garota volta para junto dos seus, more percebe ter falado mais do que ouvido sobre a mesma.

==================================================

Henri reúne provisões e, valendo-se do pouco movimento das estradas numa época de festas, decide ganhar tempo. Acaba fechando um acordo rentável com um mercador, que troca serviços por provisões e carroças de mantimentos que deveriam ser entregues em Gauntlgrym, pois com os ataques nas montanhas, ele não estava conseguindo quem fizesse a entrega.
Desta forma, consegue um reforço em mantimentos para os seus, além de algum dinheiro pela entrega.
Oliver já estava recuperada, embora muito enfraquecida. Os ataques da criatura requeriam muito tempo para se curar, mais do que cuidados, e Dork segue dividindo a montaria com a garota, que teimava em cavalgar por conta própria, mesmo se cansando ao menor esforço.

A viagem transcorre sem incidentes, até chegarem a uma passagem estreita, conhecida como "Corredor das Runas", que tornou-se uma bizarra atração local entre os valentões e guildas mais inofensivas.
Remanescentes de um conjunto de runas amaldiçoadas no decorrer de quase 800m de travessia, algumas runas mantinham seus encantamentos, enfeitiçando e causando efeitos temporários e adversos, e estas pessoas "brincavam" de atravessar a passagem sem passar por elas.
Havia uma trilha segura, onde a maior parte das runas mais perigosas fora destruída pelos anões de Gauntlgrym, mas esta parte era evitada pelos "aventureiros" das runas. Entre eles, sobreviver à travessia mais arriscada era um sinal de bravura, embora os alvos de efeitos mais ridículos ficassem marcados entre seus pares.
Dork foi alvo de uma delas quando tentou ajudar um infeliz que se acidentou numa travessia, atingido por várias pedras. Para azar do anão, acabou ativando uma destas runas, sofrendo uma gagueira ridícula e incontrolável que o impediria de usar suas magias. Depois de se irritar e de ser ridicularizado pelos quilômetros seguintes, ele passou o resto da viagem calado.

Finalmente, aproximavam-se dos portões do Forte Alastor, a última parada antes de Gauntlgrym, que se desenfeitava das festividades da primavera.
Daqui pra frente, as caravanas voltariam a transitar normalmente por aquelas estradas, e com elas, sem dúvida, os ladrões voltariam a atacar.
Henri faz sua entrega, recebendo pelo serviço um total de 1.500 po.
Dali a Gauntlgrym era uma questão de poucos quilômetros, menos de 15 minutos de estrada. E chegam vendo um número assustador de anões reunidos na entrada da cidadela.
Eram dezenas de milhares de anões, de selvagens aos mais civilizados. Levaria tempo até passar por todos eles e conseguir enfim chegar à cidadela.

===================================================

Finn:

Passara a última noite investigando a caverna e seus arredores. Depois de suas descobertas, ousou até seguir a pé um pouco mais, encontrando apenas o rastro da passagem das forças inimigas.
Mas desde que desembocou no topo daquelas montanhas antes dos Picos mais elevados, sentia-se observado. E a sensação era incômoda.
Lembrando da figura de vermelho que avistou através de sua magia, tenta buscar sua presença em qualquer direção, sem sucesso.
Do cume onde estava conseguia ver a estrada, e eventuais patrulhas goblinóides seguiam em ambas as direções, sempre lideradas por hobgoblins portando uma flâmula vermelha presa à cintura, uma espécie de insígnia.
De longe, conseguia ver o brilho da lua, quando ela surgia, reluzir o gelo da caverna muito mais distante. Sob a luz de um dia, ou de uma noite, mais claros, encontrá-la era algo simples. mas sob as densas nuvens tempestuosas que davam nome àquelas cordilheiras, era quase impossível localizá-la.

Finn passa mais uma noite na caverna, refaz e atualiza suas anotações, verifica seus mapas com a ajuda de Ashtar, Mira e Ted, que decidiram conhecer terras diversas, uns para escrever poesias, outros apenas pela curiosidade.
Mas ashtar acaba ficando pouco tempo. Sem as estrelas que tanto amava, não havia muito a fazer ali, e ao final da noite Finn se vê novamente sozinho. Podia sentir o vento na pele, ouvir os sons das montanhas. Longe, mas nem tanto, o pio de algumas aves noturnas chama-lhe a atenção.
Já não haviam tantos predadores por lá, e talvez o perigo maior estivesse se afastando daquelas terras, o que lhe dava uma sensação muito grande de dever cumprido.
Jynx passa algum tempo viando com o grifo sobre aquelas terras, mas logo volta na direção do Lago.

A noite corre sem maiores incidentes. Mas ao acordar, as coisas estavam diferentes.
Pela manhã, Finn se depara com várias inscrições nas paredes a caverna, além daquelas que ele próprio havia feito. O sol já se levantava quando passos vinham se aproximando, vindo dos picos elevados.
Ao sair da caverna, você depara com o Fey´ri, que vinha caminhando tranquilamente. parecia calmo e despreocupado.
Ele lhe estende um porta mapas, dizendo serem "mapas de outros tempos, tirados de uma biblioteca esquecida nas Florestas do Norte".

===================================================

Barduk:

Ao se despedir da Senhora Sirtis, mal atravessa a porta, vendo-se de volta à mesma enorme caverna. mas ainda tinha a dúvida de que não fazia a menor idéia de onde estava.
Uma vez do ladod e fora, o anão-gigante o esperava numa biga para levá-lo de volta a Gauntlgryn onde "o destino o aguardava".
A descida daquelas montanhas elevadas segue-se nervosamente tranquila, o anão-gigante nada dizia, e Barduk lutava para não cair da biga, pouco acostumado que estava à este transporte, e ainda de posse de uma arma nova, cujo peso e balanço ainda não dominava.
Do alto, avista o enorme exército de Torin espalhado nos arredores de Gauntlgryn, e mai pisam no portão que levava seu nome quando é quase arrancado da biga pelo seu "assistente", que parecia ter envelhecido uns 10 anos de tão nervoso.
Depois de enchê-lo de perguntas como "onde estava, estavam todos loucos à sua procura", ele finaliza levando-o direto a uma grande sala de reuniões, juntando-se às pressas com Thorgal e Damora, e ali estava um grande grupo de homens e mulheres de Cormyr. A maioria Magos de Guerra, e alguns protetores Dragões Púrpura.
A reunião, ao contrário dos afazeres tediosos dos últimos dia, segue-se num agito alucinante.
Mapas assustadoramente bem detalhados de toda a região de Gauntlgryn e Boven são apresentados, bem como os tais "Marcos de Teletransporte" antes usados, e novos sendo apresentados.
Parte das discussões era para ver a viabilidade de manter-se locais já conhecidos, incluindo um ponto na Vila Boven e outro às margens do Lago, que não era usado a anos.
Havia ainda 10 dispostos quase linearmente atravessando as cordilheiras ao norte, locais que Barduk desconhecia. Mas "não precisaria se preocupar com isso".
Alguns magos mais velhos abriam e fechavam portais para estes lugares, e em menos de 1 hora Barduk já havia estado em pelo menos 12 lugares diferentes, incluindo a vila Boven e Lakeheaven, pegando os magos de surpresa, pois não tinham conhecimento da comunidade que ali se estabelecera.
Alguns permanecem no lugar para fazer um reconhecimento, enquanto outros voltam com a companhia.
No final de quase 5 horas de reunião, barduk estava exausto. Mesmo tendo se movido por meios mágicos, todas as discussões, consultas em mapas, uma ou outra intromissão causada por assuntos templários, e finalmente os Magos de Guerra e seus protetores partem, deixando o capelão enfim sozinho no enorme salão.
Chegaram a servir comida e bebida para os serviços, mas foram tantos os debates e "viagens instantâneas" que só agora barduk percebe que sua caneca estava intacta na mesa.
Uma cópia dos mapas contendo os novos marcos e seus arredores fora deixado aos cuidados do templo. E Barduk ainda retinha na lembrança algumas das vistas mais exuberantes que jamais teria na vida, inclusive avistar abaixo dos picos aquela que era conhecida acertadamente como "Mar Verdejante". A Floresta de Cormanthor.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Morë Olori em Seg Jun 05, 2017 6:12 pm

O druida passa o final da noite e o início da manhã construindo e improvisando uma cabana para os drows e o meio elfo recém chegado. Morë parece aplicado no que faz, buscando ajudar, aprender e ensinar tudo que sabe, nos momentos de folga conversa e troca histórias com os seus, e principalmente com a Erel, aproximando-se mais da monja ana e de Arduliel, com quem tem mais afinidade apesar dela estar "brava" com ele.
Brava não seria bem a palavra. Ela está mais pra indignada. Aos olhos dela, você se fez passar por clérigo, mandando-a numa missão e então conduzindo por sua conta um rito sagrado. Em sua interpretação, a manifestação de Eilistraee foi uma "correção" a qualquer equívoco cometido, e certamente houveram vários.

Só para os afazeres para estar no funeral de Ben. Aproveita a chance para marcar com o clérigo um momento para discutirem sobre os " Olhos de sete estrelas", no dia posterior ou mesmo depois, ele precisava voltar a vila esta noite.
Ele responde: "Quanto antes melhor, ou eu mesmo vou violar aquele marco."

Um pouco antes de dormir, faz questão de ir treinar com os lobos e worgs um pouco mais.

Logo pelo início da manhã escolta os quatro que decidem ir a Boven e diz que se desejarem, a Torre estará aberta quando quiserem lá se estabelecer ou visitar.
Eles seguem em silêncio e falam pouco em sua presença. mas Boblin deixa claro que "você apenas confirmava sua opinião sobre "elfos"". O tom de deboche estava sempre presente em suas palavras.

Quando voltava para se preparar a buscar Barduk e Michael dá de cara com o incidente com Yullie. Pede que Arduliel veja se a menina precisa de algo e transmite à Dórin a missão de ir atrás do Mago saber se acharam indícios do vampiro através da flecha que estava no cajado e inclusive se o seu artefato poderá ser consertado, além pede que avise somente a Michael sobre o tais magos  que tem causado problemas nos arredores sob o nome dos "Magos de Guerra", e após parte imediatamente atrás de Jegred.
Arduliel, sem jeito, diz que a menina entrou em pânico quando ela se aproimou, e só se acalmou com a chegada do irmão, que a tirou de perto.

Voltando de Boven, gosta de ver como o meio-drow agiu e como buscou resolver, depois de uma boa surra, a questão com a "justiça" local. Aproveita o caminho de volta para conversar um pouco com ele, procurando explicar que não há uma inquisição, mas que apesar da vontade em receber todos, é necessário cautela.
Ele era quase monossilábico, e o caminho foi marcado por longos trechos silenciosos. Mas fica claro que seu senso de "justiça" é mais um respeito às leis locais do que bondade pessoal.

Conta o que aconteceu com Zin em detalhes, e como a região tem sido afetada pela presença Zhentarin e de Fey´ri, conta sua própria história e dá seus motivos para buscar elementos de confiança nos demais através de seus atos. Deixa claro que a atitude que acabara de ver, e sobretudo como o grupo se comporta entre si, são indícios que o têm causado boa impressão. Todavia, também revela que infelizmente paz não é o que a região oferece no momento, devido a tudo que o revela, e entenderá se quiserem seguir. Com relutância fala sobre compreender a necessidade de alguns de esquecerem histórias, à medida que ele mesmo busca conhecê-las, justifica isso diante da necessidade urgente que tem estado, quanto à falta de informações e traições às quais tem estado ingresso. Durante toda a conversa, busca fazer com que Jegred, independente de falar de sua história, dialogue e exponha opiniões sobre os fatos que conta. Por fim, volta a fazer a mesma sugestão que deu A Dago.
Sem sucesso, era o mais fechado de todos depois de Yantraz.

- A história de vocês, um dia quem sabe me revelem, mas preciso saber que estão dispostos não simplesmente à cuidar um dos outros, mas cuidar de todos que estão na comunidade, Jegred. Estou esperando algumas informações sobre uma das crias de um vampiro que nos atacou ontem, e não quero ser pego desprevenido novamente. Assim que for possível eu e os meus iremos caçá-los, queria a ajuda de alguns de vocês pra isso, enquanto outros ficarão para assegurar a segurança na vila. Pensem nisso.
Ele responde com um seco "Boa sorte!"

Independente da resposta do meio-drow ele continua conversando sobre a região repassando conhecimento úteis sobre caminhos, trilhas, pontos geográficos específicos para que possam seguir caso decidam ir.

De volta a Vila, continua a confecção das cabanas enquanto conversa com Varla, Shedan, todos da Erel, e Gutz .


Quando a meia-drow vem conversar, o faz de bom grado e não a deixa ir sozinha de volta aos demais, mas ao contrario a acompanha e pede um momento com Mira para falarem da marca da Aranha, querendo informações sobre.
Ela não é meio-drow, é drow por inteiro. Mira, de maneiras mais amigáveis, conta brevemente que a marca foi colocada por sua irmã quando a vendeu a uma família rival como "rothe", mas depois de um longo período de lutas, ela matou dezenas de yathrins e yorns, acabando com toda a casa com as mãos nuas. Foi só então que a marca sumiu de seu braço.



Distribuí algumas funções entre os presentes.

-Alak-aun D´Rezzi será o comandante da Guarda local (na sua ausência, Gutz assume)
- Gutz será o responsável pelo treinamento destes.
- Ral administrará o inventário da Torre e será o negociador de compra e venda dos insumos e produtos de toda comunidade.

-Arduliel será responsável pela recepção de futuros recém chegados, procurará obter informações mínimas de cada um para saber quem chega. Para além, sacerdotisa que irá ministrar o credo de Elistraëe local;

- Dórin comandará e supervisionará a divisão das porções de terra e mantimentos que os novatos receberão, e será o responsável para auxiliá-los junto com Varla a se estabelecerem e conhecerem a região próxima à vila.


- Dipfein comandará os artesãos e construtores na edificação dos novos lares e de construções de proteção;
- Shar sera responsavel pela educação das.criancas e jovens, buscando ensinar os idiomas elficos, anao e drow c ajuda de seus pares;
- Eliel  manterá patrulhas constantes ao redor da vila e assentamentos próximos, trazendo informações sobre como está a região, recebendo ajuda d um gruoo de montanheses;

-Um montanhês nativo, de nome Ygor ficarão responsáveis sobre o vinhedo e a produção agrícola local;

-Shedan ficará mais livre para cuidar da produção alquimica, mas auxiliando Ygor qd necessário.

-Varla será a responsável pelos cuidados médicos e artesanato.

- Ila cuidará da organização das caravanas, transporte e auxiliará Ral nos contatos c Sibyl e demais negociantes.

-More ficará responsável pela relação política, comando da Erel, representação da comunidade fora dela, e controle ds areas selvagens junto com Eliel.

É importante observar que todos terão ou treinarao intendentes para ocuparem seus lugares qdo n estiverem lá, e nenhum trabalho ficar parado.


O Conselho:

-Varla (Anciã)

-Shedan (D’Rezzi)

-Shar (Erel)

-Arduliel (do credo)

-Gutz (representante de fora da vila)

-Morë (fundador)

O conselho se reunirá em situações d conflito interno ou externo, ameaças à região, recepção de recém chegados e comitivas, afim de repassarem as leis e obrigações, também apresentará as opções de trabalho presentes(agrícolas, comerciais, artesanais, militares, artísticas). Ordinariamente o conselho reunir-se-á uma vez ao mês para prestação de contas dos capitães responsáveis por seus setores e extraordinariamente quando 2 ou mais conselheiros requererem mediante as necessidades acima expostas .
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Finn em Ter Jun 06, 2017 9:26 am

Estendo a mão pegando o porta-mapas e então digo: - Muito obrigado! Será de grande valia. Será que podemos ter uma boa conversa, pois hoje parece mais calmo e despreocupado do que nos outros dias em que nos encontramos. Você parece me conhecer, mas eu ainda não tive essa honra. Então?
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Ter Jun 06, 2017 11:51 am

Finn:
- De fato não nos conhecemos. Vamos dizer que salvei a pele do seu grupo quando uma Bruxa da Noite os cercou numa velha vila élfica em Cormanthor. Ativei um portal para que fugissem de lá.
Pois os feitiços dela não surtiam efeito em mim.

Barduk:
Barduk começava um período de descanso, seus ajudantes enfim o deixavam em paz, sem agenda, sem afazeres.
Tira um tempo para uma refeição merecida, sozinho no salão de reuniões. A amplitude do lugar fazia ecoar os sons de seus passos e mordidas. barduk precisava disso.
Deste momento de silêncio, calma e tranquilidade. Sua mente lutava para assimilar a quantidade de informações dos últimos dias.
Mas depois de meia hora, que pareceram seguramente muitas mais, Urd entra novamente no salão carregando o enorme livro de tarefas do templo.

Ele diz:
- Há um exército aí na porta. Vieram para "A Missa". Disseram que Torin os enviou.
E há ainda algumas pessoas à sua espera no Portão de Barduk. Dizem ser enviados de Sibyl, e chegaram com várias carroças. Disseram que "a conta era sua".


Zook, gnomo mercador, chefe dos três:


E seu guarda-costas meio-elfo, Dimitri:


Hellion, enviado de Tilverton:



Última edição por DM-Fi em Ter Jun 06, 2017 1:43 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Morë Olori em Ter Jun 06, 2017 12:20 pm

*Segue com Mira conversando e andando pela vila, caso ela consinta em acompanhá-lo*

- O que é de fato essa marca ? Um desafio de Lolth ?

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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Ter Jun 06, 2017 12:56 pm

More:
- Drows são ligados pela alma. Você inclusive. E quando um drow voluntariamente renega sua ancestralidade, esta marca surge em nossos corpos. Há quem diga tratar-se de uma maldição de Lolth, outros, que é apenas uma maldição colocada por qualquer Yathrin. Seja como for, não é um feito simples livrar-se dela. a mim, custou mais de 100 anos de lutas pessoais, e neste caminho tive vários filhos bastardos. Muitos se perderam. Outros vivem hoje em Underdark, e me renegaram.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Morë Olori em Ter Jun 06, 2017 1:19 pm

*O drow fica pensativo durante um tempo. *

- Temos caminhos tortuosos em nossa vida não é ? E por vezes escolhas erradas nos trazem consequências aterradoras.

* a pergunta é retórica, ele lembra-se mais uma vez de Zin, lembra da cena de assassinato de seus pais, os pêlos do braço se arrepiam com a revisitação dessa cena e ao olhar para aquela mulher, imagina o quanto ela já tenha sofrido e ao mesmo tempo como parece ter se tornado alguém tão forte.*

Irmãs, engraçado como em uma sociedade que tem tanto apreço pelo conceito de família, casa, poder coletivo, seja ao mesmo tempo tão prática no sentido de eliminar concorrências individuais dentro do próprio seio.

* o druida para e lembra das lições que aprendera sobre os jogos de poder das matronas, e do pouco que vivenciara tanto sob a terra e agora sobre ela. Olha para o anel no colar e volta a colocá-lo no dedo*

" onde estará meu Sol ? E quem será quando a encontrar novamente ? "

*parecendo absorto nos próprios pensamentos por poucos segundos ele se dá conta da ausência involuntária *

- Desculpe... Lembranças... Mira, obrigado, de verdade. Por mais que eu esteja procurando-me afastar da Aranha e de seus jogos, é bom estar novamente em meio àqueles que nasci. Cuidem-se e se decidirem realmente não ficar, me digam do que precisam para seguir que fornecerei dentro dos limites que dispomos aqui.


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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Finn em Ter Jun 06, 2017 1:38 pm

Sigo caminhando até a caverna com ele e dizendo: - De fato! Se aquela bruxa tivesse nos atacado provavelmente seria o nosso fim. Quero ter uma conversa franca contigo, pois gostaria de lhe conhecer melhor e saber porque vem ajudando esse grupo? Qual seu nome ou como posso lhe chamar, pois não dá para ficar lhe chamando de fey'ri, não é correto. Além do que, muitas das informações que você me passou após nossa última conversa eu já conhecia e não eram verdadeiras. O que está escondendo? Gostaria de poder lhe chamar de amigo, assim como chamava Dédalus. O que me diz? Vamos ter uma conversa aberta e franca?
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Ter Jun 06, 2017 3:31 pm

Finn:
Sem pestanejar, ele diz:
- Pouco me importa o que julga verdadeiro ou não.
E não ajudo senão a minha própria causa. Sabe bem como é a natureza de meu sangue. Assassinos e conquistadores, e More fez inimigos poderosos. Só não foi executado por causa daquele elfo intrometido,
que matou Azer antes que desse cabo de Barduk. Eu tentei preveni-los, mas o que consegui foi afronta.
Então que morram por suas escolhas. Não são minha responsabilidade. Mas os Lordes querem a jóia de Nerial de volta, e vão atacar Gauntlgrym à primeira oportunidade. E sim, eles sabem onde está a espada.
Fizeram a imbecilidade de guardá-la perto do bracelete. isto se neste momento já não houver um fey´ri andando nos corredores da cidadela. Já que disfarces são a nossa especialidade, como sabe.


Ele tira um cantil do bolso (sim, do bolso), bebendo alguns goles, parecia cansado, e continua:
- Antes de mais nada, você é um elfo, pai de um Fey´ri. E isto o coloca sob a proteção de alguns...
mas sob a mira mortal de alguns outros. Já deveria saber disso. desde que Dédalus foi aniquilado por bane, não há mais palavra que proíba sua execução.
Mas não fazem alardes pra que o Tirano não perceba sua sobrevivência. De minha parte, sou apenas um jogador apostando no melhor cavalo. O que foi lançado contra você até agora era nada perto do que virá se continuar sobrevivendo. E se souberem que você sobreviveu ao próprio golpe de Bane, não vão querer saber se foi pela interferência de Lachesi ou não. Vão mandar força bruta contra você, e nem no Plano Astral vai conseguir se esconder desta vez. Então aceite um conselho e fique longe da Costa da espada e da Floresta Alta. Os Dlardageths já tomaram conta de lá, e é uma questão de tempo até se apoderarem de um antigo artefato netherese, e construírem sua própria cidade voadora.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Finn em Ter Jun 06, 2017 4:24 pm

Finn para pensativo e retira da bolsa um maçã estendo ao fey'ri. Então diz: - Acho que agora compreendi porque já me ajudou anteriormente. Entretanto posso lhe assegurar de uma coisa amigo... Dédalus ainda vive! Agora sobre More ter feito inimigos poderosos não é nenhuma novidade que o ego inflamado dele porque conquistou algumas vitórias não lhe fosse subir a cabeça. Naquele vez no forte se eu não tivesse interferido, aqueles fey'ris teriam matado uma dezena de crianças que lhe rodeavam e ainda me culpou por não ter enfrentado, LOUCO!! Eu já estive na outra vida e não quero voltar. Pretendo ajudar e espalhar esperança nessa terras, buscar me fortalecer para poder enfrentar os perigos que estão por vir e quem sabe no futuro eu possa voltar para minha vida. Ensinar... Obrigado por sua sinceridade e por me ajudar. Espero poder contar futuramente com sua ajuda independente da diferença de pensamentos, pois no fundo em suas veias corre sangue élfico. Venha irmão! Descanse um pouco na caverna, coma algumas frutas e agora vou mostrar algumas coisas que descobri.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por rodamorim em Ter Jun 06, 2017 6:04 pm

Vendo a quantidade de anões que esperavam, fico um pouco assustado, nunca tinha visto tantos reunidos!
Mas sem perder muito tempo chamo os buscadores para passar pelos anões!
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Qua Jun 07, 2017 2:10 am

-Me leve até o portão Urd, vamos ver estes mercadores e depois seguimos com os preparativos da missa.

*BArduk estava apreensivo, com mãos queimadas e cãibras terríveis pelo esforço bruto da última noite. No caminho leva consigo um pequeno barril de cerveja, servindo sua caneca de tempos em tempos*

-senhores, qual é a conta que creditam em meu nome?
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Qua Jun 07, 2017 9:43 am

Barduk I:
Eles riem entre si, e o menor e mais velho, Zook era seu nome, entrega-lhe um rolo de pergaminho com um selo mercante. Talvez a Óin dissesse algo. Pra Barduk não significava nada.

você o abre e encontra um inventário DESCOMUNAL de coisas, algumas reconhecia vagamente de experiências passadas, mas a maioria, classificadas como "Iguarias", nunca ouviu falar.

Mas ali havia relação para o material de pelo menos 7 carroças. No entanto, o trio apresenta-se com apenas duas delas.
O gnomo diz aos demais, antes de cumprimentá-lo estendendo a mão:
- Amigos, ganhei a aposta. A moça estava certa,
só valores tirariam um general-sacerdote de sua igreja. Nãp se preocupe, General. Sibyl já pagou a conta, mas nos deu um extra só pra pregar-lhe uma peça. Hahahahahahaha!!


Hellion, um momem caolho de meia-idade, diz no mesmo tom:
- A entrega já foi feita no Forte, como Sibyl nos contratou pra fazer. Mas o Lorde insistiu que estas coisas viessem pra cá. São iguarias especiais que o forte não tem condições de armazenar, e nem mercado para tanto. Disse que aqui encontraríamos gente para cuidar das acomodações destes sacos e sua imersão. Talvez até de seu despacho. Recebemos ainda instruções claras de procurar por Óin, que levaria uma parte para Arabel, só não nos foi dada uma data para encontrá-lo.

Barduk II:
Depois de cuidar da acomodação de uma quantidade enorme de provisões incomuns (foi necessário tirar Kábrik de seu posto, o que não lhe agradou muito, pois ele estava mais acostumado a lidar com coisas vindas "de baixo".

Então o desafio seguinte, como realizar uma oratória inspiradora para mais de 15 mil anões de tantas etnias diferentes? Haviam desde civilizados anões do escudo até os selvagens anões das montanhas.
E cada anão ali havia forjado sua arma-cerimonial,
restando apenas a consagração do rito, que correria por conta de Barduk.
Já tinha ouvido Asphas falar destas cerimônias,
longas e complicadas, durante seu treinamento.
Mas barduk nunca imaginou realizar uma delas tão cedo, ainda mais para tantos.

Urd adverte que havia um prazo para a realização.
E que ele não sabia o que havia acontecido para Barduk estar num estado tão lastimável (sim,
ele usa esta palavra), mas se a Oratória não acontecesse nas próximas horas, de certo os anões ficariam furiosos por ter vindo de tão longe para nada.

Nota:
Uma consagração de armas é realizada em datas específicas, onde anões leais a Moradim forjam suas armas e as apresentam nos templos para reafirmar sua fé no forjador. Este ritual era longo, e ficava pior com grandes números, pois durante o exercício do ofício, o clérigo forjaria uma arma especial, e em sua finalização deveria desferir uma martelada para cada participante presente, recitando o nome de sua arma.
Para números excepcionais (como sem dúvida era o caso), o sacerdote poderia dividir o trabalho entre vários clérigos, cada um forjando a arma para um grupo de participantes, normalmente um clérigo para cada 100 fiéis.
Mas pelas suas contas, ali precisaria de 150 clérigos realizando o ofício ao mesmo tempo para que o rito durasse apenas o tempo de preparo de uma arma especialmente feita para tanto, mas nem de longe Gauntlgrym possuía tal número de sacerdotes.
Num rápido levantamento, Urd traz ao seu conhecimento que entre os recém chegados haviam clérigos já munidos do material necessário para a ocasião, pois como sabia, era comum em grandes números a participaçãod e vários sacerdotes.
Assim, entre clérigos (níveis 1 a 4) e sacerdotes (níveis 5 a 9), havia ali um total de 80 membros,
entre os de Gauntlgrym e os visitantes.
Urd rapidamente corre a preparar forjas extras,
declarando que os ritos não se realizariam dentro do templo, mas ali mesmo, diante do enorme Portão de Barduk, e pelos seus cálculos, as marteladas combinadas seriam ouvidas a milhas dali, talvez chegando às montanhas, e com toda certeza ao forte,
já alarmado pelo número excessivo de "combatentes" que os cercava apenas por estar naquelas terras. Eram muitos, numa geografia estreita.

40 fornos e materiais são preparados, espalhados em vários pontos daquelas colinas diante do portão,
cada um preparado para 2 celebrantes ao mesmo tempo. Foi o melhor que se pode preparar em tão pouco tempo (4 horas), a tarde já ia terminando,
e Barduk descobre que dividiria a forja com Gláin,
um dos membros da comitiva pessoal do Forjador,
curioso e preocupado por ele não ter voltado com você.

Durante os preparativos, vê Henri lutando pra conseguir se aproximar de você, seu grupo completamente espalhado pela multidão que ia em todas as direções, até se alinharem cada uma em seu comboio.

Barduk teria pouco tempo para ficar com seu comandado. Pois Urd chamava a atenção a todo instante para a urgência dos preparativos.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Qua Jun 07, 2017 10:07 am

Henri e Barduk:
Ao cair da noite, os momentos de preparativo finais terminam, e os cântios têm início, primeiro como murmúrios. Mas então,
quando a penumbra do entardecer dá lugar à escuridão da noite, os fornos se acendem todos ao mesmo tempo pelo poder combinado de cada celebrante.
A muitos novatos (Henri entre eles), era assustador,
parecendo coisa dos cultos nefastos relatados na literatura e nos contos mais supersticiosos.

Barduk celebraria o rito dentro do templo em Gauntlgrym, e simultaneamente os demais celebrariam a vasta consagração do lado de fora.

Então, cada clérigo e sacerdote começa seu ofício,
enquanto acólitos corriam entre cada fiel tomando nota da arma apresentada e do nome da família.
Eram muitas, eram diversas, e iam desde simples adagas a descomunais machados duplos e de dupla lâmina, passando por pás, picaretas, martelos,
marretas, lanças, malhos, bestas, balestras...
Mesmo os acólitos se impressionavam com a variedade apresentada, embora não esperassem menos pela quantidade de fiéis presentes.

Nunca antes tanto metal foi extraído daquelas minas ao mesmo tempo. Era como se as cavernas abaixo estivessem CUSPINDO seu conteúdo sobre os recém-chegados.
No templo, além dos membros já reconhecidos por Barduk, estavam Dáin e sua família.
Além deles, um número muito pequeno de anões das profundezas (diferente de duergares) veio trazidos por Kábrik de Underdark.

Os golpes no metal então começam, e o retumbar intenso fazia as paredes tremerem.
Primeiro começou como um truque de taumaturgia,
parte do ofício. Mas então tornou-se desnecessário,
pois o martelar acima da colina fazia o chão tremer por conta própria, tornando a taumaturgia muito menor do que o efeito conseguido por mais de 15 mil anões batendo os pés, alguns até mesmo com forjas móveis produzindo armas neste momento tão especial, que seria lembrado para sempre pela maioria.
Era como ouvir as marteladas do Próprio Forjador,
e Barduk não demora a entrar numa espécie de transe de mesmerismo, repetindo as mesmas palavras várias vezes, as mesmas ações, os mesmos movimentos...
Enquanto cada celebrante do lado de fora cuidaria de seu grupo de fiéis, Barduk teria de cuidar dos seus próprios ali dentro, e de ao menos 1 golpe extra POR GRUPO ACIMA.
Assim, a arma que forjasse receberia pelo menos 110 marteladas especiais, quando num ritual destes normalmente se desferiam no máximo 30 ou 40.
A ocasião e a confusão eram tantas que os próprios azers deixam a clausura do coração do templo para vir ajudar, trazendo os minérios que eram distribuídos com enorme precisão entre as forjas, e se revezavam com os celebrantes enquanto estes descansavam dos golpes constantes.

Nunca antes na história de Gauntlgryn ouviram-se tantos TUMs, TÉINs, PÁs, TSHHHHH, CLANCs...
E tantos outros sons característicos.

Haviam entre os fiéis um grupo enorme de gnomos,
halflings, humanos e até mesmo meio-elfos atraídos pela ocasião. E sabe-se lá quantos bardos estavam espalhados tomando notas e preparando seus cantos para espalhar aquele evento único aos 4 cantos do mundo.

Era a primeira vez que Barduk dividia o trabalho com sua criação, ainda sem nome.

E depois de 4 horas, todos os sons pareciam perfeitamente alinhados, e as vozes de anões e celebrantes ecoavam como tremores esparsos na montanha, levando aos ventos o nome de cada anão ali presente.

Por vários instantes, barduk pensou que ia desmaiar pelo esforço. Estava exausto. Mesmo um "Bom Fruto"
trazido para aliviar sua fadiga mostrou-se pouco (e não podia ser repetido), pois depois o cansaço já estava lá novamente, como se nunca tivesse partido.

Era um trabalho exaustivo, e então começa a apoteose.

Era hora de invocar os 110 nomes, as 110 marteladas cerimoniais, que terminaria com o momento máximo daquele grande ritual.
Barduk precisava dar um nome à sua arma. ESTE seria o último nome a ser gritado na martelada final,
quando a arma fosse declarada pronta.

E como era seu o serviço mais longo, todos os outros já teriam terminado, e todas as atenções, 15 MIL fiéis, estariam a espera de ouvir o nome da arma,
que seria colocada no armorial do Templo, e seria a arma-símbolo de Gauntlgryn pelos próximos anos./b]

[b]Regra:

A próxima postagem de Barduk deve conter cada um dos 110 sobrenomes invocados, finalizando com o nome de sua criação, de acordo com as regras acima.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por rodamorim em Qua Jun 07, 2017 4:44 pm

Enfim conseguindo chegar próximo de onde Barduk estava e percebendo que não conseguiria falar com ele, me junto com os Buscadores para os pagamentos e deliberação de ordens.

Será feito o pagamento dos dias que eles estiveram em campanha.
O pagamento aos Soldados X Cavaleiros X Batedores X Clérigo.
3 P.O pelos dias trabalhados (como é um grupamento pequeno será feito um pagamento igual a todos).
3 (PO)x 11 (Buscadores) = 33 po

Como forma de agradecimento e lealdade, todos receberam um pagamento extra pela ajuda com os mercadores.
Sendo 50 PO para cada 1
totalizando 550 PO's.

Além disso, para honrar os companheiros perdidos em combate será feito o pagamento de seu funeral e enterro de acordo com suas crenças, e com as devidas honras, seus equipamentos serão deixados junto deles e se possível que sejam "abençoados" (não sei se é assim que se escreve), para que não possam voltar a pós vida!
(Só passa o valor depois).
Oliver terá que ir ao hospital (caso não tenha, local de cura), para que se restabeleça completamente do ferimento causado pela Sombra.

Está tarde de que Barduk estará celebrando quem quiser assistir ou descansar terá liberdade, mas na manhã seguinte gostaria de todos a postos.
(Por hora será feito este fechamento com os buscadores.)
______________________________________________________________________

Henri irá se apresentar a Thorgal logo após o termino da celebração que assistirá, próximo aos anões, para entender melhor sua cultura.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Qui Jun 08, 2017 2:24 am

Nolnuur, Drún, Amarkiiri, Nalnor, Torkill, Dalkzak, Grungak, Munrak, Blood Axe, Rolnar, Anvilyeal, Rurovik, Durmathór, Dúrmen, Azval (Clã do Gork -Mensageiro das Pedras), Fargunn (Clã do Thorgal - Guerreiro da Fortaleza), Norten (Clã do Dain - Filho do Mitral), Yural (Clã do Harsk - Coração das Runas), Balderk, Battlehammer, Brawnanvil, Dankil, Fireforge, Frostbeard, Gorunn, Holderhek, Ironfist, Loderr, Lutgehr, Rumnaheim, Strakeln, Torunn, Ungart, Barbaforja, Wulfgar, Burdisson, Torak, Barbabronze, Gobber, Thrüdheim [O Clã do Martelo], Beregust, Sieghund (Clã do machado), Amarút, Nidhhogg (Clã da picareta), Volgnar, Pendrake, Gondak, Mordak, Torukk, Nardill, Felargunn, Totir, Tartam, Rognus, Filgrimm, Viktus (Clã do anão gigante caso não tenha), Kangrinboqe, Vrykull, Dirk, Dirkiir, Dirkûll, Trudvang, Vangerborger, Yungerborgen, Vankor, Nguyen, Brudniak, Kooran, Arturian, Gustendoff, Ma´hadur, Firborg, Beinlause, Fewbones, Olduur, Mardukk, Rüstung, Abakur, Aegir, Alfadur, Angrboda, Beowulf, Fafnir, Fialar, Geirendur, Gondir, Hongur, Jormungard, Jotunhein, Kvasir, Magur, Naglfar, Oduur, Rimer, Ringrinn, Skogsmann, Thrudhein, Thrym, Thuner, Uller, Urdar, Wafzudnirm, Yord, Zweger, Alfrodul, Andvari, Askur, Bilskinir, Donar, Amarkill


Continua, 110 é muito nome hahahha
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Sex Jun 09, 2017 9:33 am

A cada nome, a cada martelada, Barduk sentia a força não só de uma mão, mas de centenas delas.
No começo, a poeira que se desprendia do teto podia ser gerada pelos ecos das suas marteladas. Mas logo fica claro que era o contrário, eram os passos dos anões sobre a montanha.

Um som gutural emergia dos fornos, os ecos dos martelos já não sucediam os golpes nos metais, pelo contrário, algumas vezes davam a certeza de que os precediam.

Cada nome era respondido por berros "furiosos" e animados de suas famílias, onde quer que estivessem. Então foram as horas mais barulhentas e intensas dos últimos dias.
as horas não faziam diferença, o peso dos martelos desaparecia, e por várias vezes barduk trocou de lugar com sua criação, cuja força nos golpes era singular, tratando-se de constructos, sem os limites dos ossos e da carne. Suas marteladas eram constantes e poderosas, e podia-se ver o metal dobrando a cada golpe.

Suas mãos ardiam, os dedos estalavam, os braços doíam.
Mas o coração estava animado, cheio de alegria.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Sab Jun 10, 2017 7:41 am

-Bafo de Dragão





-Gauntlgrym, vivemos muito tempo sob o escudo de Dáin, e por isso existe anões sob a montanha. Mas acabou o tempo de recuar, acabou o tempo de se defender. Eu lhes apresento Bafo de dragão a arma de um líder, a arma de um guerreiro. Não só machado, não só picareta, um machado picareta trabuco, aliando a eficácia das ferramentas de trabalho a uma arma capaz de derrubar um vampiro com apenas um tiro.


Última edição por Barduk Amarkill em Dom Jun 11, 2017 12:51 am, editado 1 vez(es)
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Sab Jun 10, 2017 12:47 pm

Ao final do ritual, todos se levantam no templo para contemplar a novidade. Alguns, maravilhados, outros torcendo os narizes. Afinal, uma arma de pólvora era algo "revolucionário" para os mais tradicionais.

Ao final do rito, como de costume, Barduk apresenta sua arma à maior autoridade daquelas terras, na ausência de um Rei, esta era Dáin.

No momento em que Dáin segura a arma, um som enervante vem de todas as direções, como o raspar de garfos em porcelana, que em seguida se torna o poderoso som de trombetas.

Pelas novas janelas do Templo, brilhantes faixos de luz surgem do céu, alinhando-se ao enorme forno que fora posto no lugar do altar.
Uma poderosa vibração vem do coração da terra, alarmando a grande maioria.

Do lado de fora, os brados retumbantes de cada grupo evocando o nome de sua própria nova arma ecoavam, potencializando os tremores ainda mais.
Sem entender, todos correm para fora, pelas recém-inauguradas portas (lembre-se que o templo estava passando por reformas), e lá, percebem que a exemplo do templo, cada grande forno-altar recebia dos céus um faixo de luz brilhante e dourada.

Cada um se ajoelhava ao seu clérigo-celebrante, honrando a manifestação dos céus, personificada em seus sacerdotes.
Como sabiam, Moradim habitava os Reinos Celestes. E mesmo que seu avatar caminhe pelo mundo em forma física, a consciência divina ainda imperaca em seu plano de origem.

Para os mais fanáticos, era uma apoteose de sentimentos. Era como uma aprovação do próprio Forjador, reconhecendo a santidade de seus sacerdotes e abençoando um rito tão poderoso.

Apesar de Dáin segurar a arma, era sobre barduk que o faixo de luz recaía.

=============================

Em meio à multidão, Henri acompanhava a cena, arrepiando-se diante da visão.
Era como testemunhar uma manifestação divina em todo seu esplendor.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por rodamorim em Sab Jun 10, 2017 7:55 pm

Aquela sensação era assombrosa e incrível, então assistindo maravilhado tudo aquilo e prestava atenção em cada momento, para que posteriormente pudesse escrever aquele momento apoteótico dos anões, para que todos pudessem ter um vislumbre dessa tradição anã.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Seg Jun 12, 2017 2:36 am

*a sensação que o anão sentia só era menor do que a de estar na presença de sua divindade maior. Não sabia descrever, era uma confusão de sentimentos que fazem Barduk fechar os olhos e abrir os braços pra receber toda aquela bênção. Seu dever estava cumprido, a luz era o sinal de aprovação a todos os esforços das últimas dezenas e quem sabe de tempos passados*

-espero que esteja a sua atura Dáin, estando perto ou longe, seus inimigos nunca estarão a mais de dois passos de você. E quando estiverem muito perto, um chega pra lá nunca será demais. Faça-os descobrir porque se chama bafo de dragão.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Seg Jun 12, 2017 11:23 am

Mantendo a postura ereta, apesar da idade (Barduk se perguntava quantos anos teria um herói tão lendário, fundador de uma cidade improvável, alimentador de armas para o Reino e um marco tão visado por tantos inimigos), Dáin toma a arma nas mãos e, em silêncio, caminha para as profundezas da cidadela, ao que Urd grita: "TODOS NO PASSO DE DÁIN, NOSSO PATRIARCA."

Sem protestos, cada anão se levanta e marcha em comitiva, tendo Barduk na dianteira, até um largo corredor depois de algumas curvas, que termonava numa grande porta dupla de adamantite.
A cada passo, Dáin seguia dizendo:
- Nunca pensei chegar tão longe. Só queria liderar um grupo de anões para a liberdade depois de anos escravizados em Underdark. Mas a prisão estava neles, tanto que não sabiam mais o significado de ser livres.

Alguns passos:
- Assim nos assentamos, primeiro numa caverna às margens da velha mina onde antes fomos feitos escravos, ára então selar seus corredores e abrir para a superfície.

Mais alguns passos:
- Então vieram as ameaças, e as ofensas. Ferassaísas dos pesadelos, convocadas pelos drows, nossos antigos "donos". se não podíamos mais ser seus, então não teríamos paz nesta vida livre que conquistamos.

Mais alguns passos:
- Mas um a um, os pesadelos foram vencidos, e quando a guerra bateu novamente às nossas portas, Moradim nos enviou auxílio. Estávamos presos nos túneis mais profundos, fadados a ter de voltar a Underdark para sobreviver, quando os primeiros Andarilhos do Destino chegaram, sob a liderança de Breth, de Gurag e de Giuseppe. E com seu sangue, libertaram um povo escravizado pela segunda vez.

Ele para diante das portas, numa das mãos, a nova arma, símbolo de Gauntlgryn, e a outra, com as luvas de couro habituais, ele toca a fechadura especial, e diz, na língua dos anões:
- Deixe-me entrar, meu velho. Já passou o nosso tempo.

Num estalo que ecoa pelos túneis, as portas duplas se abrem, e um imenso armorial abre-se diante dos olhos espectadores.

Ali, Dáin entra, imponente agora, e vai até o fundo, parando diante de um suporte protegido por um círculo de runas, dentro do qual podiam ver um escudo magnífico, que reluzia com brilho próprio:



Ele estende a arma para o lado, e Barduk, já tendo visto o gesto feito pelo próprio Forjador, se adianta e toma-a nas mãos.
Então Dáin vai até o escudo, tomando-o na mão, e revela logo atrás um segundo escudo, num segundo suporte, dentro do mesmo círculo:



Ele aponta o segundo escudo, enquanto vestia o primeiro no braço direito, dizendo:
- Tempos difíceis estão à nossa sombra, meus filhos. Eu guardei o último escudo que usei quando libertei nossa amada cidadela dos perigos convocados pelos drows. Meu antigo protetor, meu escudo de adamantite, foi tocado por um lich. Uma perversidade da necromancia. E com seu Toque da Ruína, ele rachou o metal inquebrável no formato de sua mão. Queria nos humilhar, queria despedaçar nossa moral, mas conseguiu o contrário, nos uniu em oração, e assim, o Incorruptível, meu Primogênito, pôde reunir o poder necessário para derrotá-lo e nos libertar de uma vez das correntes que nos prendiam.

Ele agora toca no segundo escudo com a mão esquerda, e continua, podia-se ver o saudosismo em seus olhos, ao mesmo tempo que lembrava do peso das lutas, e das mortes:
- Eu preenchi as rachaduras com o primeiro lote de ouro extraído destas minas, para nos lembrar que mesmo o mais duro coração de ferro dos anões tem em seu interior o ouro da coragem, e que enquanto houver um Norten, um FILHO DO MITHAL, Gauntlgryn prosperará.

Então ele ergue o escudo que vestia para o teto, e as armas se agitam, todas voam em círculos à sua volta, e começam a se bater, e a formar uma monstruosidade deita de armas, um enorme golem de armas.
Barduk se lembra de quando tiveram de enfrentá-lo, percebendo quantos segredos até então a cidadela escondia dos olhos dos homens.

Dáin prossegue:
- Mas faço jus às palavras de nosso Diácono. Foi-se o tempo de nos esconder atrás de escudos. É hora de mostrar às pessoas o ouro de nossos corações, e nossa coragem. Nós, que jjá sobrevivemos a tantas guerras, que já expulsamos drows, dragões e demônios de nossas casas, agora expulsaremos o medo do passado. Mostraremos a Cormyr o poder dos Reis-sob-as-Montanhas.

Estendendo a mão esquerda, Barduk novamente entende o gesto e devolve a arma a Dáin, que a ergue, como se confirmasse sua apresentação, e grita o seu nome:
- ALFANDHURRR AMARRRKILL!! O BAFO DO DRRRAGÃO!!

Num coro uníssono, o som imponente do nome de sua criação ecoa pelos salões de Gauntlgryn, fazendo toda a montanha tremer e vibrar ao som de seu nome.

Ele a coloca no pedestal, que imediatamente brilha recebendo a arma ao lado do escudo marcado pela mão dourada.
Ele ergue novamente o escudo, antigo símbolo da cidade, e este sai de seu braço, indo flutuar até a "mão" do enorme golem de armas, que o ergue emitindo um som metálico de dezenas de armas se chocando, e então se despedaça em várias partes, cada arma voltando ao seu lugar.

O escudo encontra um lugar, na parede bem ao centro.
Um lugar de honra e destaque pelo fundador da cidade.

Ele então volta a atenção para Barduk, e diz com os olhos marejados:
- Meu tempo aqui acabou, Barduk. É hora de um novo Rei nascer em Gauntlgryn. Vai-se o tempo de Dáin Norten, o Filho do Mithal, e começa o tempo de Barduk Amarkill. Que seus soldados carreguem Alfhandur por onde forem, sabendo que levam com vocês o coração de cada anão nesta cidade. O que eu fundei não é a sombra do que você conquistou. E quando viajar pelo mundo, Gauntlgryn viajará com você.

Ele ergue sua mão, virando-o na direção da multidão, e grita:
- THRUMMAS, BARRRDUK AMARRRKILL!!

O nome ecoava, repetido por cada boca sob a montanha:

BARRRDUK
BARRRDUK
BARRRDUK
BARRRDUK
BARRRDUK
BARRRDUK


================================

Henri toma muitos empurrões e cotoveladas na tentativa vã de conseguir acompanhar tantos anões entrando por túneis mais estreitos, e somente do lado de dentro é que os salões tornam a alargar, e fica impressionado com o tamanho daquelas passagens. Era possível mover um exército sob a terra sem que nem mesmo um pássaro percebesse.

A maior parte dos Buscadores fica do lado de fora, desistindo de penetrar no coração do templo, e da cidadela.
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Seg Jun 12, 2017 1:38 pm

*maravilhado com cada detalhe Barduk recebe o primeiro susto*
''o incorruptível, filho Dáin??''

*E então a fala prossegue, o anão estava atento aos movimentos do grande líder, mas em um primeiro momento não entende o que Dáin estava dizendo, sorri com cara de paisagem, assentindo com a cabeça pra não ficar tão feio, mas realmente não entendia, quando vem o segundo susto. Seu braço é erguido e o Brado de ''Barduk'' é repetido. Estava em êxtase, estado alpha, sua mente voava a 1000 lugares. De trapo a rei sob a montanha? O que estava havendo? como o grande Sr. Norten abdica ao seu posto por direito para dar lugar a um anão, outrora prisioneiro dos orcs em Gauntlgrym? Não havia resposta, não havia palavras, os olhos marejam como em raras ocasiões se viu acontecer. Sentia-se honrado, mas com medo. Ser capelão já havia sido grandioso, mas liderar aquelas montanhas? Perguntava-se se daria conta daquele fardo, mas sabia que haviam muitos ali para ajudá-lo a carregar. Não estava sozinho, não mais. Seu nome voaria ainda mais longe, mais rápido e faria ainda mais barulho. Seu nome estava escrito de vez na história do Norte de Cormyr. Sua redenção enfim havia se completado, e Barduk contemplava cada um que naqueles corredores gritava seu nome sem nada conseguir dizer*
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Barduk Amarkill

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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por Felipe em Seg Jun 12, 2017 1:50 pm

Barduk se vê ser agarrado, e quando vê, era Óin. O velho anão não conseguia falar nada, estava feliz e orgulhoso demais.

Então, barduk se vê ser erguido por Urik e outros de seu comando, carregado e jogado para o alto sob urras.

E enquando subia e descia dos ombros e braços aliados, Barduk vê, dentro do enorme armorial, algo que lhe prende a atenção.
Na linha de escudos estava um especial, feito de um metal rosado como um coral grande e largo, cravejado de jóias que formava o desenho de uma flor.
O mesmo escudo de sua visão.


(Exceto que não é um colar)
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

Mensagem por rodamorim em Seg Jun 12, 2017 4:25 pm

Mesmo levando tantas cotoveladas e empurrões, não desistia de chegar até a sala que o Anão mais velho foi com Barduk, e em alguns momentos também dava uns empurrões para passar (cotovelada fica foda).
E quando chega pega a fala no final que Dáin estava dando o trono para Barduk, e quando todos começam a berrar, faço mesma coisa (eu não sou anão, mais fico contagiado).
Ao mesmo tempo observava as reações e a do próprio Anão!
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Re: Virando a página: Dia 5, o Fim de um ciclo!!

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