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Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

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Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Qui Ago 17, 2017 2:08 pm

De volta à estrada conhecida, um encontro de forças acontece no meio do caminho, não muito longe de onde a carroça era mantida.
Ali, a meio caminho da vila, na intersecção do caminho com LakeHeaven, vocês dão de cara com um comando formado por martelos, tendo na dianteira Gork, que se assusta vendo a força numerosa que os seguia.

Agora, eram mais de 20 guerreiros (anões e humanos) sob o comando de Gork somados aos martelantes com Barduk e os Buscadores de Henri.

Arkos olha ao redor, e diz para si mesmo:
- Reconheço este caminho. Agora sei onde estamos.

A voz grave do comandante soava enigmática, quase desdenhosa. Suas motivações eram sempre um mistério.

O drow olha numa direção, parecia enxergar muito além do que os olhos eram capazes.
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por rodamorim em Sex Ago 18, 2017 8:18 pm

Um pouco de alívio ao ver mais anões, mas os números ainda não importariam com os Reis ali!
Agora chegava mais próximo de Barduk e aguardava seu comando diplomático!
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Ter Ago 22, 2017 2:48 pm

Quando Algoz surge vindo da estrada atrás, apressado, a tropa zhent fica inquieta. E se não fosse por Tormento, um dos mais mal-humorados e invocados anões que Henri já conheceu, dois arqueiros teriam alvejado o worg.
Como ele (Tormento) fez? Atirou uma pedra na cabeça de cada um dos arqueiros, sem dar qualquer satisfação, e ao lado de Dórin deixava claro que ali eram SUAS terras, e que eles, os Zhentilars, é quem lhes devia esclarecimentos.

Arkos não gostou nada da intervenção, e só não começou uma grande caça às bruxas porque o general apoiou seus homens.
Mas depois de Algoz se aproximar e (pelo menos tentar) falar baixo com Barduk, o general chama Henri sem se importar com discrissões, apontando ainda dois dos Buscadores (Dorkk e Rags) para voltarem com o worg, pois "More corria perigo, e não haveria tempo para que todos voltassem."

Uma séria troca de farpas tem início quando o rei-drow diz algo aos zhents, sem saber que Barduk podia entendê-lo graças ao elmo, começando uma discussão acalorada sobre "respeito" e "suas terras".

Algoz dá um forte puxão no mestiço, dizendo:
- Monte, não podemos demorar.
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por rodamorim em Ter Ago 22, 2017 5:37 pm

Olhando para algoz e já montando (já esperando que ele disparasse) seguro firme no Worg!
- Ficou com saudade de mim né! Simbora peludo!
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Ter Ago 22, 2017 6:32 pm

Algoz diz, é logo dispara:
- Saudade só se for do gosto de carne élfica.

Ele dispara, e no caminho diz:
- Um bando de elfos negros veio por uma caverna. Tinha um clérigo, que lidera um bando de assassinos, e um mago, que ergueu um bando de zumbis para servi-lo. E o cabeçudo do More, como sempre, entregando o pescoço a qualquer coisa que respire e possa lhe servir. Estão atrás do raio do mithal, sem que aquele elfo cheio de ódio perceba.
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por rodamorim em Ter Ago 22, 2017 6:36 pm

Esperto com os movimentos bruscos de Algoz:
- Mais gente pra confusão, coisa boa ein peludo!
- Qual era o objetivo dos Elfos Negros e pra onde eles estão indo, sabe dizer?
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Ter Ago 22, 2017 8:30 pm

- Como eu vou saber se estou aqui?
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por rodamorim em Ter Ago 22, 2017 8:41 pm

Balançando a cabeça e apenas bufando:
- Pensei que tinha escutado algo, afinal com essa orelha afiada!
Apenas observava o ambiente pra ver se tinha algo mais estranho
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Qua Ago 23, 2017 12:27 am

-Deixemos uma coisa clara aqui. Estas terras estão sob o manto do forte Alastor e sob as ordens das montanhas Anãs. Eu sou a autoridade mais ao norte destas terras, eu falo por estas terras. Aqui vocês são os intrusos e a menos que o filho do velho Boven possa confirmar e esclarecer suas afirmações, nada do que disserem terá validade. Caso tenham algo a reclamar, ficarei feliz em acompanhá-los até a corte em Arabel para solucionarmos este pequeno incidente diplomático entre o Forte Zenthil e as terras de Cormyr. Creio eu que, se o velho Oxys os tinha como amigos, seus nomes devem ter sido mencionados entre uma xícara de chá e outra.

*observa a reação de cada um. Principalmente do capitão e de seu pai. Estava exausto, preocupado com seus amigos e já havia sido condescendente demais para o seu gosto. Pega seu velho cachimbo, prepara a erva, acende e dá uma grande tragada soltando o ar a plenos pulmões. Os poucos que o conheciam bem, sabiam que Barduk não estava blefando, não estava brincando, mantinha-se calmo por fora mas estava fervendo por dentro. Era hora de pôr as cartas na mesa*
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Qua Ago 23, 2017 1:34 pm

Uma longa narrativa:

Barduk conhecia o inimigo. mas não ESTE inimigo. Cada um dos seus desintegrando a unidade do grupo. Finn seguindo seus próprios planos... ou seguindo o verdadeiro plano, o aparato de Yanto, a quem o próprio Forjador respeitava como um igual.
Barduk não conseguia compreender a complexidade do tabuleiro que se abria à sua frente.

O próximo era More, sempre leal, mas ao mesmo tempo cheio de segredos. Sempre se afastando, sempre se testando e colocando a todos em risco.
Desta vez não foi diferente, quando a unidade seguiu seu caminho lá foi o drow novamente num caminho adverso e arriscado.
Algoz trouxe notícias péssimas, mais drows caminhando por estas terras, movendo-se de alguma maneira ainda desconhecida. Pra piorar, levados ao coração do problema pelo próprio More. Sempre ingênuo, parecia ter o dom de confiar nas pessoas erradas.
Era como Gurag sempre alertava: Há hora de conversar, e hora de agir. Mas se os segredos permanecerem guardados, NUNCA será a hora certa de conversar OU de agir.
O General não queria admitir, mas sentia falta do "Casca de Orc". Apesar de tudo, de sua forma bruta, era capaz de discernir o perigo em todas as suas formas.

Encontrar Gork foi um alívio, igualar os números, devolvendo aos Zhents a desvantagem do segredo, colocá-los sob observação e mantê-los em coleira curta.

ZUM!!

Com um baque, Tormento desaba no chão, atingido em cheio por uma flecha.

ZUN-ZUN-ZUN!!

Mais flechas vindo das colinas, uma verdadeira chuva delas.
Gork ordena aos seus que se abram em duas falanges, duas filas de escudos provendo uma formação defensiva.
Sucesso num primeiro momento. Os escudos protegiam contra parte da saraivada.

No momento seguinte, orcs furiosos debandam de trás das rochas. Estavam perigosamente perto, camuflados no ambiente. Os orcs de elite do último dos xamãs.
Um deles, muito maior que os demais, mostrava uma força descomunal, arremessando Dórin para longe com um poderoso golpe de marreta, abrindo a frente de escudos.

Lanças... mais orcs selvagens vêm da frente da estrada, bem da direção do lago.
Um confronto.

Martelantes disparam à frente num embate mortal contra os orcs.
A segunda frente, liderada por Gork, parte para os flancos usando os escudos como proteção, e não demoram a forçar os arqueiros inimigos a investir, deixando sua posição defensiva e privilegiada.

Três frentes de batalha desequilibradas se abrem, e bem no meio estavam Barduk e Gork, ajudando Dórin a se levantar.

Orcs vinham de todas as frentes, como se fossem conjurados por portais. Mas como sabiam o que ninguém mais sabia? Como previram o pior lugar possível para uma emboscada, bem no passo de suas terras, entre Boven, as terras drows e HravenLake?
era quase como se tivessem sido...

Barthos dá um grito ao ser atingido em cheio por uma flecha feita de fogo, a tropa Zhentarin...
Barduk se volta na direção dos Reis a tempo de ver Argos e Erin, líderes promissores, enfeitiçados pela magia desleal do Rei-feiticeiro.
E atendendo ao apelo da invocação nefasta do Rei-drow, os orgs ganham cada vez mais força... e números.

Arkos saca a espada e aponta para Barduk, dizendo:
- Sinto, mas não recebo ordens de um ANÃO!!

Sob suas ordens, o grande e elitizado batalhão Zhentarin investe contra a última frente, antes que as falanges tivessem tempo de voltar e proteger seus líderes.
Barduk vê o início de uma verdadeira carnificina acontecer, flechas zhentarins disparando em todos os grupos, aniquilando tanto anões quanto orcs.

Como se controlasse cordas invisíveis, o Rei-drow parecia controlar os orcs com tamanha maestria que eram quase invencíveis, seus números se renovando a cada pequeno grupo derrubado.
Barduk mal tem tempo de usar seu martelo pra se defender dos homens de malha negra, alguns rostos, podia reconhecer, eram os mesmos que seu grupo havia acabado de curar das feridas do frio.

Traiçoeiros!!
Leais apenas a si mesmos!!


Segundo Ato:

A um sinal do Rei-feiticeiro, uma névoa completamente escura vinha das árvores, a mata tentava obscurecer as visões, formando uma densa névoa como antes.
Mas então, o inesperado. dando as costas aos seus, uma lâmina brota do pescoço do encantador, um golpe vil dado por um dos soldados que havia se desprendido de sua formação, permanecendo oculto entre os Reis sem ser notado.
Aproveitando-se da concentração dos conjuradores, e da sensação de vitória precoce de seu próprio comandante, o zhentarin atravessa o sabre no pescoço do feiticeiro das sombras, impedindo-o de conjurar e derrubando-o de joelhos com as mãos tentando estancar a horrenda ferida.

Capitão e imediata são libertados do feitiço que os prendia, e com uma expressão de ódio, cada um assume um novo adversário.
Pai e filho cruzam espadas, buscando tirar a diferença dos anos de maus-tratos e humilhação.
Tenente e Drow se enfrentam, mas a superioridade do rei-drow era tamanha que a igualava em combate, cobrindo o corpo com fogo sem perder a unidade dos orcs. Afinal, ele não lutava só contra ela, mas contra dezenas de Martelos das Almas.

Terceiro Ato:

Do meio dos drows, o impensável acontece. O Rei-drow dá um grito quando sua mão se esmigalha, como se uma mão poderosa a imprensasse entre os dedos.
Os orcs ficam fracos por um instante, mas então... uma nova transformação acontece, fazendo-os crescer em tamanho, tornando-se o dobro do que eram.
E do meio deles, um enorme Monstro-javali emerge, o próprio demônio, servo direto do xamã do ar estava ali, e seus gestos assustadores e aura nefasta tornam o campo de batalha, um massacre sem precedentes, em algo ainda mais horripilante. Pois sob sua voz medonha, os mortos começam a se levantar, homens e orcs, e a marchar uns contra os outros transformando o caos em algo saído dos pesadelos mais obscuros, da mais doentia das mentes.

Agora eram Barduk, Gork e Dórin contra o próprio Demônio em sua forma monstruosa, frente-a-frente.

A luta que já durava a alguns minutos parecia ter se prolongado por horas. Não havia mais como recuar.
Não agora.
Pois o vencedor tomaria total controle daquelas terras. E mesmo que houvessem drows vivendo próximos a Boven, não eram combatentes. Eram fugitivos, nenhum em condição de fazer frente a uma força opressora como esta.

O Quarto ato será resolvido na sorte dos dados:

Barduk tem as vidas de todos ali nas mãos. E pra cada frente de ação deve rolar 3d20:

* 3d20 para os Martelos das Almas contra os Orcs;
* 3d20 para Argos, que luta contra o próprio Pai;
* 3d20 para Erin, lutando contra o Rei-drow;
* 3d20 para seu próprio trio, lutando ao lado de Dórin e Gork, mais seus martelantes, contra o próprio Demônio, o mal encarnado naquelas terras.

No final, quem estiver em pé leva tudo.

Epílogo:

O feiticeiro estava de joelhos, e seu algoz se preparava para matá-lo quando é atravessado por uma enorme lâmina completamente negra.
A sombra do Rei-feiticeiro se materializa às suas costas, derrubando-o completamente sem vida com um golpe frio e mortal, parando ao lado de seu corpo.

Se a coisa ainda não estava feia o bastante, o Rei-feiticeiro estava completamente livre para lutar e agir onde quer que desejasse.
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Qua Ago 23, 2017 10:40 pm

-FORMAÇÃO TARTARUGAAAAA É UMA EMBOSCADA.

*Barduk estava tenso, como pode não prever um ataque destes, ainda mais em suas terras. E Henri e More longe, estariam eles por dentro disso tudo?*
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Qua Ago 23, 2017 10:40 pm

O membro 'Barduk Amarkill' realizou a seguinte ação: /roll


#1 'd20' : 13, 18, 2

--------------------------------

#2 'd20' : 6, 8, 16

--------------------------------

#3 'd20' : 9, 19, 11

--------------------------------

#4 'd20' : 18, 13, 9
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Qui Ago 24, 2017 10:58 am

* 3d20 para os Martelos das Almas contra os Orcs;
13 x 5;
18 x 19;
2 x 4;
1 x 2: Orcs.

* 3d20 para Argos, que luta contra o próprio Pai;
6 x 10;
8 x 12;
16 x 17;
0 x 3: Arkos.

* 3d20 para Erin, lutando contra o Rei-drow;
9 x 2;
19 x 20;
11 x 11;
1 x 2: Erin.

* 3d20 para seu próprio trio, lutando ao lado de Dórin e Gork, mais seus martelantes, contra o próprio Demônio, o mal encarnado naquelas terras.
18 x 19;
13 x 11;
9 x 16;
1 x 2: Demônio.

No final, quem estiver em pé leva tudo.

Extras inusitados:

17.
17.
6.
9.

Baixas Numéricas: 65%


Última edição por DM-Fi em Qui Ago 24, 2017 11:09 am, editado 2 vez(es)
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Qui Ago 24, 2017 10:58 am

O membro 'DM-Fi' realizou a seguinte ação: /roll


#1 'd20' : 5, 19, 4

--------------------------------

#2 'd20' : 10, 12, 17

--------------------------------

#3 'd20' : 2, 20, 11

--------------------------------

#4 'd20' : 19, 11, 16

--------------------------------

#5 'd20' : 17, 17, 6
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Qui Ago 24, 2017 11:08 am

Resolutivas:
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Qui Ago 24, 2017 11:08 am

O membro 'DM-Fi' realizou a seguinte ação: /roll


#1 'd20' : 9

--------------------------------

#2 'd100' : 65
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Qui Ago 24, 2017 12:48 pm

Primeiro Ato: Martelos contra os Orcs Selvagens:

A luta no início permaneceu equilibrada, uma média de 3 martelos para cada Orc que investia. Mas então o Rei-Drow interferiu, dando força avassaladora aos selvagens, virando o jogo. Cada orc, aumentado em poder e controlado pela mente superior de Uhuur combinava a selvageria dos bárbaros orcs com o comando militar dos Zhentarin numa unidade assustadora.
Barduk vira feito semelhante no início de sua campanha, quando foram emboscados ainda nos Prados de Cormyr, onde hoje estão eternizados os Goblins de Gelo.
Cada golpe nos seus era quase um golpe em si mesmo. Compartilhavam bons e maus momentos, e neste instante a dor se propagava.
Ou era algum efeito causado pelo poder do Rei-drow? Ver tantos dos seus caindo o faz desviar o olhar, agoniado. E agora, o general tinha sua própria luta para se preocupar. Os Orcs quebravam facilmente qualquer formação.
Queria arrancar o couro de Henri por ter levado com ele a informação.

Segundo Ato: Filho contra Pai:

Esta luta resolveu-se com tamanha rapidez, Argos não teve chance diante da superioridade do Comandante Zhentarin, mas que revela mais do que gostaria, ou deveria.
Golpeado incessantemente, sua túnica se rasga revelando uma armadura prateada, no peito o inconfundível brasão dos Dragões Púrpura.
Não restava mais qualquer dúvida. Estavam diante de um verdadeiro traidor da Coroa.

Mesmo envolto em sua própria luta, as runas de sangue que brilhavam em sua espada revelam uma arma de propriedades especiais. Uma arma caçadora de inimigos, sorvedora de almas. Uma arma que, nem depois da morte, dava paz aos seus inimigos. era como a joia na espada de Nerial.
Barduk se perguntava: "Quantas almas de pessoas de bem, homens que confiaram na glória dos Dragões Púpura, e foram traídos em sua confiança mais íntima:"
Barduk vê o desespero nos olhos da Tenente, tendo além de uma luta muito difícil, ver seu capitão tombar com tamanha facilidade...
Com argos, boa parte da tropa Zhentarin deserta, fugindo para todos os lados. Não demoraria e se perderiam pelas terras de Boven, e pra piorar, o general sabia que qualquer Zhentarin é treinado para ser um fantasma, infiltrado em qualquer ambiente.
Nunca mais os encontraria.

Depois de matar o próprio filho com tamanho desprezo, Arkos segue em direção à imediata, tomando para si aquela luta, já perdida. O rei-drow estava livre do empecilho, livre pra matar desenfreadamente, enquanto Arkos mataria a segunda em comando daquela unidade. sua espada, com sede de sangue e almas, clamando pelo bravo espírito dos combatentes dignos, que tombavam um depois do outro.
Era a força dos Reis-Zhentarins. Barduk a testemunhava na carne e no sangue de seus próprios homens.
Nunca houve chance; aquela luta estava decidida antes mesmo de começar.

Terceiro Ato: Erin contra o Rei-drow:

Lutando com tudo que uma militar tinha, e conseguindo convencer alguns poucos homens a juntar-se ao seu lado, a Tenente causa grande transtorno a Uhuur, forçando-o a deixar de lado, ainda que momentaneamente, o controle dos orcs para preservar sua própria vida.
Seu corpo expelia chamas, que formavam um enorme vulto à sua volta. E logo o gigantesco Efreeti volta a se manifestar no campo de batalha. Com um só gesto, ateia fogo aos soldados de Erin, deixando a Tenente completamente sozinha e vulnerável.
Em seguida, reassumindo a forma drow, e tomando a frente dos orcs uma vez mais, o Rei-drow decide não perder tempo com a mulher derrotada, deixando que Arkos se encarregasse dela.
Ele volta a comandar as cordas de suas marionetes, fazendo com que os orcs voltem a virar o jogo, e mais e mais soldados anões e montanheses se ajoelhassem no campo de batalha pela última vez.

O Comandante Zhentarin, num ato de supremacia, vira a espada contra Erin, prestes a executá-la, derrotada e ajoelhada. Mas Tymora estava naquele campo de batalha, e o sorriso da fortuna enfim atinge um dos seus. A mão da tenente encontra o cabo da espada de Argos, seu Capitão, amigo, amante.
O brilho cega o comandante por um instante, e no momento seguinte a Tenente estava em pé, seu corpo envolto por uma aura fantasmagórica e pálida. O Fantasma de Argos lutava uma vez mais em seu socorro.
Sua espada tinha um selo Cyricista no punho, um vínculo de almas. Mesmo com a pedra das almas na espada do comandante, a alma do capitão não estava em seu corpo pra ser tomada. Um segredo da elite Zhentarin, e se o pai prestasse mais atenção ao filho em sua carreira, saberia pelo menos parte dos acordos e vitórias por ele conquistado no berço Zhentilar, nos corredores da própria Igreja do Deus dos Traidores, dos Mortos e dos Mentirosos.
Cyric, apesar de louco, tinha sua própria forma de abençoar seus campeões, e uma delas era permitir que seus espíritos se levantassem com sede de vingança, imortais, vingando a própria morte.

Desta vez foi o traidor quem não teve chances contra o espírito vingativo do próprio filho. Foi Erin a colocá-lo de joelhos, mas foi o Rei-feiticeiro a golpeá-la com tamanha força e perversidade que a arremessou metros para o alto no que pareceu uma explosão de sombras, separando-a da espada e do espírito inquieto que a protegia.
Erin cai, desacordada, enquanto a sombra do feiticeiro desaparecia no campo de batalha. Não podiam ver onde se escondia, poderia surgir em qualquer lugar.
* Primeira interferência;

Quarto Ato: Os Martelantes contra o Poderoso Demônio:



Com mais de 4,5m de altura, o enorme demônio, sem pensar, causa o caos para ambos os lados ao cercar-se de uma aura profana. Barduk, usuário das forças brancas do bem, podia sentir como se ele fosse um próprio altar de devassidão e maldade, o chão sob seus pés reduzidos a cinzas, as plantas apodrecendo, as pedras, esmigalhando sob seus passos.
E os mortos se levantando.
Agora, além de ter de lutar contra inimigos vivos, tinham também que se preocupar com os mortos-vivos que ele despertava em batalha. E seus próprios feitos e bênçãos enfraqueciam a cada passo que o demônio dava em sua direção.

Enfraquecido, o Rei-drow torna-se Efreeti uma vez mais para igualar-se à ameaça, voltando seus orcs monstruosos contra ele. mas assim que entram em sua aura maligna, os inimigos são tomados por uma selvageria sem precedentes, rasgando seus próprios corpos e deformando-se em aberrações enormes de pura força e violência. E os poucos vivos, ainda em pé, começam a tombar para, logo em seguida, erguer-se como mortos-vivos.

O trio, Barduk, Dórin e Gork, fecha-se numa formação triangular, mas a força do monstro é tremenda. E além dele, tinham de se defender dos mortos-vivos que investiam, além dos orcs selvagens.
Dórin fica cercado pelos mortos, e Barduk convoca seus espíritos Guardiães, enormes vultos de luz cuja simples presença parecia ofuscar a vista do demônio, e queimar os mortos-vivos, reduzindo-os a cinzas.

Mas cada passo do demônio escurecia o ambiente, minguando o brilho cintilante dos guardiães como um forte vento apagando uma vela. Se a besta era alimentada pela dor e pela matança, ele estava em seu ápice.
Mas num deslize, barduk encontra oportunidade de usar seu martelo, o Berro de Heror, enfraquecendo o demônio momentaneamente e permitindo que vários martelantes conseguissem se aproximar e golpeá-lo.
Sangue negro era atirado ao chão, misturando-se ao sangue dos mortos em combate. Mas então, quando ele parecia derrotado, ele começa a rir, e muda sua forma para a de um descomunal javali-atroz. Ora lutando nas 4 patas, casqueando e enfiando as presas em seus homens como um animal acuado, ora em 2 patas, golpeando com selvageria redobrada.
Em poucos instantes, não sobra nem um Martelante de pé, ficando Barduk e Demônio frente a frente.

Mas quando Barduk tenta dar um passo para a ação, algo o golpeia, atirando-o longe.
E de novo...
E de novo...

O monstro estava ali. Ou não estava?
Então Barduk percebe que não havia apenas um, mas TRÊS deles.
Um deles, batendo no ar, atira Gork contra as árvores, e ri de seu infortúnio.
O segundo ergue as mãos, e o tempo começa a fechar, formando uma terrível tempestade, que começa a despejar raios.
O terceiro, na forma da besta-javali, o acerta em cheio em investida, quebrando seu escudo em pedaços e atirando-o longe. Então ele para pra se vangloriar. E percebe que em sua cintura haviam várias cabeças mumificadas e encolhidas. Com tristeza, Barduk reconhece ali Ballasar, Sigfried, leon, Maera e Nicolai, além de tantas outras... incluindo a do próprio Xamã do Ar.

Então fazem uma terrível descoberta.
NUNCA foram os xamãs a ameaça Chama-rubra. Talvez fosse isso que Torin quis dizer. Uma vez que o grupo derrotou várias vezes o xamã, o demônio se desfez de um servo inútil. mas restava a dúvida de QUEM estava REALMENTE no controle da Besta?

Barduk se preparava para um golpe devastador, vendo ao redor cada um dos seus homens tombando, a luta estava perdida.
Então...
* Segunda interferência.

Algo sai do meio do mato, ou melhor, VÁRIOS "algos", como feras camufladas, cheios de galhos e pinturas pelo corpo, enfiados nas frestas das armaduras... ou do que restava delas.
- CAAAAAARGAAAAAAAAAA!!

O pesadelo de qualquer general torna-se uma luz de esperança, quando de todas as direções vários anões, quase tão imundos e selvagens quanto os orcs, vinham de todas as direções, investinfo frenéticos contra o demônio-javali, a ponto de não dar-lhe espaço para se defender. Seus machados, brilhando com runas prateadas, o cortavam com a violência inconfundível dos Battleragers, cada golpe arrancando um chifre, um talho de carne, um olho, um pedaço do corpo do demônio.
E assim, numa fração de segundos, o enorme demônio-javali é completamente aniquilado, sua carcaça envolta pelo mesmo brilho prateado das runas battleragers, evaporando seu sangue negro e dissolvendo-lhe a carne até que nada mais restasse.

O segundo, que pairava no ar convocando a tempestade, dá um berro quando um brilho cintilante atinge seu peito, e um urro inumano pode ser ouvido por toda parte.



Uma criatura de proporções enormes surge no meio da tempestade, fazendo o corpo imponente do demônio parecer pequeno, e com um sopro, o congela completamente, transformando-o numa enorme estátua de gelo eterno.
E da mesma forma como veio, ele desaparece, desfazendo-se no meio da tempestade, que começa a se acalmar.

O terceiro golpeava o ar, agora usando o corpo desacordado de Gork como projétil, tentando acertar os battleragers, que corriam em todas as direções, dificultando ser acertados. Mas também não conseguiam chegar até ele, que usava o corpo do comandante desmaiado como escudo-vivo (pelo menos aparentemente).
Urrando de raiva, ele se vê às voltas com um enorme ser de fogo, demônio e Efreeti prestes a se enfrentar.
Barduk via a improvável interferência como uma "salvação", mas então tudo silencia.
O Efreeti, imóvel, começa a se desfazer no ar, e o general instintivamente procurava por seu convocador, vendo a tempo um grupo de drows surgindo da escuidão causada pelo próprio feiticeiro, que inadvertidamente escondeu perigosos assassinos.
O Rei-drow tinha uma expressão de pavor quando tombou, golpeado pela lâmina fria daquele que parecia ser um imponente clérigo de Lolth. E outros drows, saltando das sombras, atacavam sorrateiramente cada soldado Zhentarin ainda presente no campo de batalha, e barduk vê cada zhentarin ser substituído no campo de batalha por um assassino drow.

O demônio bate na própria cintura, acertando o cinto onde trazia amarradas as cabeças mumificadas como se fossem algum talismã, e então berra de fúria, transformando seu corpo numa névoa escura e profana, que começa a se espalhar pelo campo de batalha, consumindo os últimos corpos daqueles que insistiam em permanecer em pé.
Vivos e mortos eram desfeitos, consumidos pela maldade daquela aura.

Barduk tente-se paralisar pelo poder daquela aura, ao mesmo tempo que seus olhos varriam o ambiente, vendo os mortos na batalha desaparecendo, como se virassem areia fina soprada pelo vento.
Então ouve a voz medonha do demônio dizer:
- Ainda que eu caia, VOCÊ VEM COMIGO!!!!

Barduk sente toda aquela areia se voltar contra você, envolvendo-o, como se estivesse afundando em areia-movediça. Mas era a terra quem subia pelo seu corpo, envolvendo-o.
Sentia-se imobilizar pelo peso, ao meso tempo que podia ver vultos na escuridão, as faces dos mortos transformados naquela última e terrível arma.
A poeira entra em seus olhos, sentindo como se fossem seus últimos instantes no mundo.

Últimas palavras?
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Qui Ago 24, 2017 9:05 pm

-os salões de pedra não aguardam este servo, meus dias ainda não terminaram

*com uma das mãos em seu bolso o anão retira uma pequena gema esmagando-a e soltando-a em meio ao furdúncio que estava ao seu redor*

-eu sou filho da terra demônio, moldado pelas mãos do criador e somente ele poderá me levar.

*gema elemental do fogo*
Ps (lembrando que fogo cristaliza areia hauhauh

-QUE O FOGO DE MORADIN CRESÇA E TE MANDE PRO INFERNO. PAI OLHE POR ESTES SERVOS QUE LUTAM EM SEU NOME, DÊ-ME FORÇA, DÊ-ME LUZ AAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHH
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Seg Ago 28, 2017 10:46 am

O Fim de um general:

O demônio ri desenfreado e diz, cheio de maldade:
- Não é a minha hora, Capelão. É a SUA!!!

O som de sua voz combina com o fogo que rodeia Barduk, queimando e cristalizando a poeira ao seu redor. Mas um efeito indesejado, quando grita Barduk aspira parte daquela areia fina, e sente a dor do fogo entrando em sua garganta, e tornando-se vidro DENTRO de você. Ação da manipulação do vendo pelo demônio, ou mero azar, Barduk sente o corpo arder de dentro, queimar, petrificar e endurecer.
Sente a vida esvaindo, juntando-se aos seus. Um filme passa em sua mente, todos os momentos, todas as lutas, cada família, cada amigo, cada irmão.
Tudo convergia àquele momento.
Vê seu próprio corpo se desfazendo, tornando-se areia, uma estátua, um amontoado.
O peso no coração diminuía. As lembranças tornavam-se cada vez mais distantes, sentindo o cansaço de uma longa marcha desanuviar.

"Não!"

O vento para, e toda a areia cai, deixando pequenas nuvens de poeira no ar. O demônio estava confuso, tendo seu poder anulado.
Barduk podia ver os restos de seus homens recobertos pela areia fina, que teimava em inquietar-se sob os pés. Seu próprio corpo ainda se desmanchando.
O demônio aponta pra você:
- ESTÁ ACABADO!!

Mas antes que ele desse um só passo...

"Não!"

Os rostos na areia se agitam, e como vultos vingativos, se levantam.
O enorme demônio era atacado por cada alma ali lançada. A tempestade recomeça. O vento ergue a terra, que se agita num imenso turbilhão. E como chagas do além, podia ver inúmeros vultos revenantes erguer-se nas areias, e com mãos e armas fantasmagórias, castigar e açoitar o enorme demônio, que se debatia em desespero.
Era como se a obra de seu próprio poder se voltasse contra ele.
Barduk sente passos à sua volta, e vê Wong surgir do meio da tempestade, na direção da criatura. A cabeça coberta peça máscara de cerâmica em forma de chacal.
A cada passo do monge, sua forma, primeiro translúcida, vai se tornando mais sólida.
E ao mesmo tempo, o general sente seu corpo se recompondo. Uma linha muito fina o unia ao monge, como se suas almas fossem uma só.

O demônio, sentindo a aproximação dele, tentava se afastar, mas era impedido pelos revenantes que o agarravam, e cujas areias se solidificavam em pedra por toda sua volta, prendendo numa enorme rocha.

- AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!!!

O monge leva a mão à máscara, retirando-a com calma. E quando seu rosto se revela, até mesmo o general fica espantado.



Não era Wong, afinal, mas outra criatura daquelas terras, uma morte inacabada, uma dádiva corrompida:
Ele diz, e sua voz era poderosa, podia sentir mesmo afastados por um deserto inteiro:
"Para mim ele disse NÃO. Mas para você, ele dirá: "VENHA!", e o lançará aos chacais de Anhur, o devorador de pecados. Pois não tem um coração a ser pesado. Não tem um tributo a ser pago. E sua maldade não cruzará o Rio Estirge. Pois que sua existência desapareça por completo, e que sua lembrança seja espalhada e esquecida pelos ventos deste mundo..." ele aponta o punho para o demônio, e deixa cair areia fina, e a cada grão de areia, o demônio começa a se desintegrar; e ele continua "...Pois as areias são o MEU elemento. E mesmo que tenha tentado tomar o meu corpo, jamais permitirei que leve o meu espírito, ou qualquer outro aqui derramado em nome de sua blasfêmia. Eu o condeno ao esquecimento."

Barduk vê quando ele deixa cair a máscara, que se quebra no chão, e de cada um de seus pedaços um enorme monstro se levanta. Chacais feitos de areia, partes dos corpos mortos sem pele, expostos de forma horrenda e ressecada.

O som que se segue é horrível demais pra ser entendido, ou sequer lembrado. Uma mistura de grunhidos e rosnados, lamúrias e gritos agoniados, pois a cada golpe dos monstros na enorme pedra que era o demônio, este pedaço liberava sua energia, uma alma era entregue à outra vida.

Barduk sente o chão revirar, e então percebe não estar mais pisando em areia fina, mas no veio lamacento de um rio fantasmagórico.
Suas águas não eram água, mas almas levadas para a outra vida. E como foi profetizado, o demônio, numa agonia inimaginável, era despedaçado, e seus restos levados pelo rio, para algum lugar entre os mundos, e em mundo nenhum, até que dele não restasse mais do que vestígios.

Então a múmia cruza o rio, desaparecendo num brilho poderoso, através do qual Barduk podia apenas ver formas gigantescas de deuses esquecidos. Um vislumbre do Além, talvez.

Quando a luz se apaga, tudo que restava era a clareira onde a luta aconteceu, e tantos mortos cobertos por areia que era difícil discernir o que havia acontecido ali.
Seu corpo estava sem forças, esgotado e sem energia. Podia ver alguém se aproximar, mas tentar se virar foi um esforço grande demais, permitindo-lhe apenas ouvir a voz de um amigo dizer:
- Descanse, general. A Luta acabou.



Então Barduk se rente à inconsciência.
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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

Mensagem por Felipe em Dom Out 14, 2018 8:56 pm

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Re: Um mundo de diplomacias - Barduk e Henri!!

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