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Gurag Braagash, o Casca de orc!!

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Gurag Braagash, o Casca de orc!!

Mensagem por Felipe em Qui Dez 21, 2017 9:52 pm



Historia Geral:

Pouco se sabe sobre esse humano com nome de orc, um rapaz misterioso que pouco fala, as vezes parece estar conversando com uma pedra que sempre carrega consigo, rapaz de poucos amigos e as vezes mal encarado. Com gosto e cultura estranha, nitidamente é um forasteiro, mas sabe-se lá de onde. Suas roupas e armaduras sempre ornadas com estilosas caveiras que para muitos significaria algo maligno, mas para os mais sabios visivelmente são símbolos de conhecimento e sabedoria.
Aos olhos menos perspicazes não passa de um ser humano comum, um guerreiro inexperiente e regular, mas os mais atentos percebem que é esperto demais para ser apenas um guerreiro ordinário, mas oque será que se esconde por trás de Gurag Braagash?


Última edição por Magalercius em Qua Dez 17, 2014 11:31 am, editado 7 vez(es)
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Magalercius
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História na íntegra
Mensagem  Magalercius em Sex Mar 30, 2012 11:23 pm

Eragdush Braagash um orc mago que lutou em varias campanhas junto aos orcs, onde em uma dessas conheceu Atreio Von Wolksvagen um poderoso druida (entre outras coisas) que com seu grupo poupou de exterminar toda uma comunidade orc que Eragdush habitava, mostrando a Eragdush que de alguma forma as raças poderiam se respeitar. O que lhe abriu os olhos para o verdadeiro significado da vida, independente de qual for a raça.

Em alguns anos Eragdush já se sentia cansado de batalhas em nome de uma causa vã. Foi na mesma época que ouviu os primeiros rumores sobre Atreio ter se tornado rei, criando um reino mágico e inacessível no coração de Cormanthor, um local pacato ao contrario de toda turbulenta Floresta que o cercava e decidiu procurar, afinal já estava em tempo de se estabelecer e dedicar a sua causa, as suas magias.
Meses se passaram com Eragdush se embrenhando na mata atrás desse fantasioso reino e certo dia seu esforço foi recompensado, um jovem elfo o interceptou.
-Alto lá orc forasteiro, venho o acompanhando a semanas, oque procura nessas terras.
-Não venho procurar problemas meu jovem, só estou a procura de um conhecido meu.
-Sei que não está procurando problemas, como disse estou a te observar, e percebi que você evitou a maioria dos conflitos, só agiu em legitima defesa, e nem mesmo pilhou quem você abateu.
-Como disse, estou aqui atrás de um amigo, não de riquezas!
-Mas por Shauntea, diga logo que amigo é esse. Retrucou o elfo, já perdendo a paciência.
-Atreio era o nome dele, ou assim costumava ser chamado.
-E você quem seria?
-Sou Eragdush, mas não sei se ele vai me conhecer pelo meu nome.
-Atreio não está por essas terras, e nunca vai encontra-lo assim andando em vão.
-Mas então você conhece Atreio?
-Sim, um homem muito ocupado com seus próprios afazeres. Agora saia dessa floresta, ou será caçado por outros elfos.
-Mas, mas.... ....você não pode me ajudar
-Não, saia daqui

Eragdush já estava se desapontando quando escuta uma voz saindo de trás de uma árvore.
-O que esta acontecendo aqui?
Quando Eragdush se vira para olhar, era um humano, de estatura media, vestindo uma armadura de couro de dragão azul, uma capa, duas cimitarras em punhos entre outros apetrechos, se Eragdush usasse Detectar Magias o homem brilharia como o sol de tão bem equipado. Não tinha duvida era Atreio em pessoa.
-O que esta acontecendo aqui?
O jovem elfo se ajoelha e se curva, ele tremia como se nunca tivesse visto Atreio pessoalmente o Orc por sua vez, sorriu ao ver a reação do elfo.
- Até que enfim te encontrei Atreio! Os rumores então estão certos, você está melhor do que nunca, sou Eragdush das Montanhas da Espada, do outro lado do mundo, próximo a cidade que vocês chamam de Waterdeep, você se lembra?
-Lembro vagamente caro Eragdush, faz tanto tempo, e tantos orcs conheci naquela noite, e o que deseja de mim?
-Ouvi falar sobre o seu reino, gostaria de me unir a ele meu senhor
- E o que te motiva? Porque deveria abrir as portas pra você?
- Estou cansado da vida que minha raça leva nesse mundo, gostaria de um lar onde eu pudesse viver em paz e me dedicar aos meus estudos.
-Ultimamente não estamos aceitando mais exilados, mas abrirei essa exceção para você, pois vejo a serenidade em seus olhos, mas terá que trabalhar como os outros e seguir a conduta do reino tudo bem? Elfo, não precisa ficar ajoelhado por tanto tempo, não sou nenhuma divindade, avise Niely que temos um novo hospede, ela irá preparar Ossada para fazer o check-up em Eragdush, ah, peça também aos construtores para subir uma cabana próximo [s]a cachoeira do salto[/s] ele se sentirá confortável lá, agora se me derem licença, tenho que voltar para a [s]espinha do mundo[/s] que meu grupo me espera por lá.
Atreio se volta para a árvore mais próxima desaparecendo dentro dela.
E assim Eragdush se tornou cidadão da Grande Fenda de Atreio e com o tempo se tornou conhecido no reino como Bom Velhinho pois estava sempre brincando e fazendo truques para as crianças de todas as raças[/i]


Num certo dia, enquanto Eragdush cominhava pelas fronteiras das brumas do reino em busca de ervas e componentes, encontrou um bebê humano abandonado ao léu no chão úmido da floresta, gostando tanto de criança como gostava, não exitou em pega-lo e salva-lo.
Era uma criança muito frágil e muito doente o que custou dias de estudos e muita ajuda de Niely para salva-lo. Eragdush enfim o adotou e o batizou de Gurag Braagash, nome do Avô de Eragdush.

Gurag passou seus primeiros 6 anos de vida de cama, até que conseguissem que estabilizassem sua saúde. Após isso foi uma criança muito introspectiva passando a maioria do seu tempo em casa, quase não falava com ninguém, apenas com Niely e seu pai.
Eragdush almejava que Gurag fosse um grande mago como ele, Gurag até mostrava interesse, mas mostrava uma certa inabilidade mesmo com as magias mais simples, oq desapontava Eragdush, achando que era um mal tutor.
Aos 11 anos Gurag se mudou para o castelo como auxiliar da Rainha Niely, numa tentativa dela em tornar Gurag numa pessoa mais social. Foi quando Gurag conheceu Escama Verde, um jovem/quase adulto curioso Dragão Verde, começou a se socializar com os outros jovens e crianças dos reinos, e a participar dos treinamentos e afazeres.
Gurag sempre visitava seu pai, e mesmo sabendo que não era capaz de reproduzir as magias, adorava discuti-las e aprende-las com seu velho. Certo dia Gurag foi apresentado para Ossada, que fez uma revelação, dizendo que os poderes de Gurag não vinham da trama, e sim da Psique, e se ofereceu para dar uma longa explicação sobre os poderes psionicos, lógico, caso Gurag tivesse tempo.
De começo Eragdush foi contra, achando aquilo um absurdo, mas vendo a evolução de seu filho ficou orgulhoso, e compreendeu que Gurag não se tornaria um mago, pois algo mais poderoso estava traçado em seu destino.
Assim todas as noites Gurag passava na cova de Ossada para aprender mais e mais sobre a força que lhe cabia, as vezes Ossada o ensinava a distancia através de telepatia, lhe ensinou o poder da concentração e da Auto-Hipnose, a força do conhecimento e do poder mental, sendo Ossada a prova viva (ou morta) que a Mente consegue se sobressair ao corpo.

Aos 15 anos Gurag já tinha um controle moderado sobre sua mente, mas ele queria mais, queria o conhecimento e controle absoluto, era focado na sua tarefa em aprender que as vezes acabava esquecendo de fazer suas tarefas diárias para Niely, que sempre o dava bronca, mas sempre do jeito meigo e suave que ela sempre teve.
Certa noite Ossada resolveu ensinar um dos poderes mais secreto e poderoso que um psionico poderia conhecer, materializar parte de sua própria personalidade permanentemente na forma de um cristal. Gurag se focou tanto nessa tarefa que os resultados surpreenderam até mesmo Ossada, um psycristal extremamente poderoso para os poderes de Gurag foi criado, Gurag o chamou de Spark, um brilho de sua própria mente, que ajudava Gurag em várias tarefas, inclusive com as que Niely passava, evitando assim puxões de orelha.
O tempo se passava e o desejo de Gurag em conhecer o mundo e as coisas lá fora se aguçavam.
Atreio já tinha diminuído suas saídas do reino, tornando suas campanhas cada vez mais curtas e esporádicas, quase que cessando. Porém um certo dia, a mais ou menos um ano dos dias de hoje um velho mago apareceu de surpresa no reino, era Elminster, ele já era dado por sumido em suas próprias terras, mas apareceu com preça se reunindo com o rei a rainha, seus generais e antigos amigos de campanha, se trancaram por dois dias e uma noite no salão do castelo, discutindo sabe-se lá oque.
Assim que as portas se abriram, Elminster se despediu e desapareceu com a mesma pressa que apareceu. Atreio e Niely tinham um olhar triste na face como se tivessem visto a Tormenta naquela sala, deram um longo beijo, e Niely chamou Gurag para ajudar a preparar as coisas de Atreio, pois mais uma vez ele precisaria partir, foi a primeira e única vez que Gurag entrou no arsenal particular do rei, um salão secreto que impunha respeito em qualquer criador de itens magicos.
Assim Atreio partiu pela ultima vez, e não voltou desde então.

Semanas após a saída de atreio, as brumas que circundavam o reino pareciam se tornar menos sólidas, apesar de ainda desviar alguns viajantes e andarilhos, não era mais impenetrável e 100% segura, sendo cada vez mais comum uma intruso aparecer, seja perdido, explorando, indo atrás de rumores, ou até mesmo na tentativa de saque. O Reino teria caído se não fosse a diversidade de sua armada, com elfos, centauros e sátiros vigiando as bordas superiores, Anões, Hobgoblings, orcs e goblins morando nas encostas, sem contar as outras criaturas que se uniram a essa grande família como Dragões Escama Verde e Mancha (Bronze se não me engano), Ossada o Oráculo, Fred o Esqueleto fazendeiro sempre de vigia nos campos do reino, fadas, entre outros.
Nesses tempos de peturbações Gurag começou a pratulhar as Brumas montado em escama verde, foi sua primeira visão do mundo lá fora, desde que foi salvo ainda bebê. Ele ficou vislumbrado com a imensidão lá fora, e seus vôos eram cada vez mais distantes.
Certo dia Gurag decidiu que logo iria partir e avisou a seu pai, a Niely, que considerava como mãe adotiva, e a seu mentor Ossada. Disse que alguma coisa maior o esperava lá fora, e que ele não podia hesitar mais, que se fosse de seu destino ele voltaria, mas que os levaria na mente e na alma onde quer que fosse. Niely chorou, mas sorriu quando viu o Orc chorar.
-As crianças sempre crescem rápido né, primeiro foi Philip, depois Morris em sua Doutrina, agora você Gurag. Boa sorte em sua empreitada, e tome cuidado!disse Niely.
-Sabia que essa hora chegaria, mas não se apresse você ainda é muito jovem meu filho Disse o orc enxugando as lagrimas.

-Eu vou ficar bem, estou farto de só ouvir as aventuras e não as vive-las, tenho tanto para conhecer, e tão pouco tempo, mande lembranças a Morris quando ela voltar, vocês todos farão falta. Pai eu já estou crescido, é hora de eu deixar meu poder se libertar, Spark estará comigo, nada pode dar errado, não vou hoje, mas irei em breve.

Gurag contou seus planos para Escama Verde, que a principio se empolgou por seu amigo, contando um monte de lugares que ele poderia o levar, mas se entristeceu, porém entendeu, quando Gurag disse que só o deixaria levar a um único lugar, pois queria tentar se virar por conta própria, aprender dando de cara com o muro, com seus próprios erros e acertos.

Então Escama escolheu um dos lugares mais surpreendentes para o levar, a toca de um antigo dragão vermelho que lutou contra o rei Azoun em seu momento derradeiro.

Gurag aceitou e em alguns dias partiram, do alto perceberam que as montanhas para onde rumavam estava bastante movimentada, com tropas de humanos e goblinoides se locomovendo para cima e para baixo. Escama preferiu não arriscar a criar mais alvoroço e desviou seu percurso para a fenda de Tilverton deixando Gurag lá, onde se despediram, e cada um seguiu seu rumo e sua historia.

Na época das grandes colheitas, todo o ano na Grande Fenda de Atreio, é promovido uma grande festa pelo rei, nessa festa inúmeros torneios são promovidos, tanto de combate, quanto de artesões. Entre os torneios de artesões os mais glamurosos são os de arma e de armadura. Que gera um grande alvoroço entre as raças para ver quem produz a melhor das obras primas.São distribuidos premios em dinheiro e produtos para os vencedores, e as peças ficam em poder do arsenal real, sendo distribuido em seu exercito ou doado a algum cidadão que necessite.
No ano de 1370 do computo atual, Eragdush Braagash se inscreveu no torneio de armaduras, o que pegou a todos de surpresa, pois ninguém nunca o viu trabalhar nenhum tipo de material, mas ele tinha seus segredos, razão pela qual era tão recluso.
No dia do torneio, ele surgiu com uma peça única, a Urukay. Uma Cota de Talas negra, obra magnífica, um estilo puramente orc, com algum parco acabamento anão. Extremamente robusta, porém muito leve para seu tamanho. Ninguém nunca o viu trabalha-la, nem sabe se recebeu alguma ajuda, oque seria meio estranho pois os melhores estariam trabalhando nas suas próprias peças, e não ajudando um concorrente em potencial.
Assim, o mistério por traz de sua confecção, e o segredo de seus materiais incomuns, deu a Eragdush, naquele ano, o primeiro lugar, dinheiro que ele rapidamente gastou em mais materiais para estudos, voltando a ficar recluso.
Anos depois pouco depois da decisão de Gurag deixar a fenda, Niely lhe ofereceu um presente de partida, coincidentemente (ou não) era a armadura que seu pai tinha produzido. Gurag se sentiu muito orgulhoso e honrado em poder usar a peça campeã de seu pai e começou a usa-la frequentemente pelo reino antes de partir, para acostumar-se com sua mobilidade e peso, além de exibir orgulhosamente tamanha honra, uma obra da família.
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Felipe
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