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Os Escudos de Dáin!!

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Os Escudos de Dáin!!

Mensagem por Felipe em Sab Jan 06, 2018 7:26 pm

Mantendo a postura ereta, apesar da idade (Barduk se perguntava quantos anos teria um herói tão lendário, fundador de uma cidade improvável, alimentador de armas para o Reino e um marco tão visado por tantos inimigos), Dáin toma a arma nas mãos e, em silêncio, caminha para as profundezas da cidadela, ao que Urd grita: "TODOS NO PASSO DE DÁIN, NOSSO PATRIARCA."

Sem protestos, cada anão se levanta e marcha em comitiva, tendo Barduk na dianteira, até um largo corredor depois de algumas curvas, que termonava numa grande porta dupla de adamantite.
A cada passo, Dáin seguia dizendo:
- Nunca pensei chegar tão longe. Só queria liderar um grupo de anões para a liberdade depois de anos escravizados em Underdark. Mas a prisão estava neles, tanto que não sabiam mais o significado de ser livres.

Alguns passos:
- Assim nos assentamos, primeiro numa caverna às margens da velha mina onde antes fomos feitos escravos, ára então selar seus corredores e abrir para a superfície.

Mais alguns passos:
- Então vieram as ameaças, e as ofensas. Ferassaísas dos pesadelos, convocadas pelos drows, nossos antigos "donos". se não podíamos mais ser seus, então não teríamos paz nesta vida livre que conquistamos.

Mais alguns passos:
- Mas um a um, os pesadelos foram vencidos, e quando a guerra bateu novamente às nossas portas, Moradim nos enviou auxílio. Estávamos presos nos túneis mais profundos, fadados a ter de voltar a Underdark para sobreviver, quando os primeiros Andarilhos do Destino chegaram, sob a liderança de Breth, de Gurag e de Giuseppe. E com seu sangue, libertaram um povo escravizado pela segunda vez.

Ele para diante das portas, numa das mãos, a nova arma, símbolo de Gauntlgryn, e a outra, com as luvas de couro habituais, ele toca a fechadura especial, e diz, na língua dos anões:
- Deixe-me entrar, meu velho. Já passou o nosso tempo.

Num estalo que ecoa pelos túneis, as portas duplas se abrem, e um imenso armorial abre-se diante dos olhos espectadores.

Ali, Dáin entra, imponente agora, e vai até o fundo, parando diante de um suporte protegido por um círculo de runas, dentro do qual podiam ver um escudo magnífico, que reluzia com brilho próprio:



Ele estende a arma para o lado, e Barduk, já tendo visto o gesto feito pelo próprio Forjador, se adianta e toma-a nas mãos.
Então Dáin vai até o escudo, tomando-o na mão, e revela logo atrás um segundo escudo, num segundo suporte, dentro do mesmo círculo:



Ele aponta o segundo escudo, enquanto vestia o primeiro no braço direito, dizendo:
- Tempos difíceis estão à nossa sombra, meus filhos. Eu guardei o último escudo que usei quando libertei nossa amada cidadela dos perigos convocados pelos drows. Meu antigo protetor, meu escudo de adamantite, foi tocado por um lich. Uma perversidade da necromancia. E com seu Toque da Ruína, ele rachou o metal inquebrável no formato de sua mão. Queria nos humilhar, queria despedaçar nossa moral, mas conseguiu o contrário, nos uniu em oração, e assim, o Incorruptível, meu Primogênito, pôde reunir o poder necessário para derrotá-lo e nos libertar de uma vez das correntes que nos prendiam.

Ele agora toca no segundo escudo com a mão esquerda, e continua, podia-se ver o saudosismo em seus olhos, ao mesmo tempo que lembrava do peso das lutas, e das mortes:
- Eu preenchi as rachaduras com o primeiro lote de ouro extraído destas minas, para nos lembrar que mesmo o mais duro coração de ferro dos anões tem em seu interior o ouro da coragem, e que enquanto houver um Norten, um FILHO DO MITHAL, Gauntlgryn prosperará.

Então ele ergue o escudo que vestia para o teto, e as armas se agitam, todas voam em círculos à sua volta, e começam a se bater, e a formar uma monstruosidade deita de armas, um enorme golem de armas.
Barduk se lembra de quando tiveram de enfrentá-lo, percebendo quantos segredos até então a cidadela escondia dos olhos dos homens.

Dáin prossegue:
- Mas faço jus às palavras de nosso Diácono. Foi-se o tempo de nos esconder atrás de escudos. É hora de mostrar às pessoas o ouro de nossos corações, e nossa coragem. Nós, que jjá sobrevivemos a tantas guerras, que já expulsamos drows, dragões e demônios de nossas casas, agora expulsaremos o medo do passado. Mostraremos a Cormyr o poder dos Reis-sob-as-Montanhas.

Estendendo a mão esquerda, Barduk novamente entende o gesto e devolve a arma a Dáin, que a ergue, como se confirmasse sua apresentação, e grita o seu nome:
- ALFANDHURRR AMARRRKILL!! O BAFO DO DRRRAGÃO!!

Num coro uníssono, o som imponente do nome de sua criação ecoa pelos salões de Gauntlgryn, fazendo toda a montanha tremer e vibrar ao som de seu nome.

Ele a coloca no pedestal, que imediatamente brilha recebendo a arma ao lado do escudo marcado pela mão dourada.
Ele ergue novamente o escudo, antigo símbolo da cidade, e este sai de seu braço, indo flutuar até a "mão" do enorme golem de armas, que o ergue emitindo um som metálico de dezenas de armas se chocando, e então se despedaça em várias partes, cada arma voltando ao seu lugar.

O escudo encontra um lugar, na parede bem ao centro.
Um lugar de honra e destaque pelo fundador da cidade.

Ele então volta a atenção para Barduk, e diz com os olhos marejados:
- Meu tempo aqui acabou, Barduk. É hora de um novo Rei nascer em Gauntlgryn. Vai-se o tempo de Dáin Norten, o Filho do Mithal, e começa o tempo de Barduk Amarkill. Que seus soldados carreguem Alfhandur por onde forem, sabendo que levam com vocês o coração de cada anão nesta cidade. O que eu fundei não é a sombra do que você conquistou. E quando viajar pelo mundo, Gauntlgryn viajará com você.

Ele ergue sua mão, virando-o na direção da multidão, e grita:
- THRUMMAS, BARRRDUK AMARRRKILL!!

O nome ecoava, repetido por cada boca sob a montanha:

BARRRDUK
BARRRDUK
BARRRDUK
BARRRDUK
BARRRDUK
BARRRDUK


================================

Henri toma muitos empurrões e cotoveladas na tentativa vã de conseguir acompanhar tantos anões entrando por túneis mais estreitos, e somente do lado de dentro é que os salões tornam a alargar, e fica impressionado com o tamanho daquelas passagens. Era possível mover um exército sob a terra sem que nem mesmo um pássaro percebesse.

A maior parte dos Buscadores fica do lado de fora, desistindo de penetrar no coração do templo, e da cidadela.
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Felipe
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