Buscar
 
 

Resultados por:
 


Rechercher Busca avançada

Últimos assuntos
» Vilas por População!!
Hoje à(s) 13:55 por Felipe

» Segredos Zhentarim!!
Hoje à(s) 10:36 por Felipe

» Casa Olori - Tecendo Teias!!
Ontem à(s) 16:47 por Felipe

» Lágrimas de um Caçador - Penitência Divina!!
Ontem à(s) 16:46 por Felipe

» Formas Selvagens por Nível de Druida!!
Ontem à(s) 15:18 por Felipe

» Furiosos: Elencarnë!!
Ontem à(s) 10:26 por Felipe

» Cadeia-de-Comando Zhentarim!!
Qui 20 Set 2018 - 10:46 por Felipe

» cadeia-de-Comando - Dragões Púrpura e Magos de Guerra!!
Qui 20 Set 2018 - 10:45 por Felipe

» Rascunho - LaheHeaven
Ter 18 Set 2018 - 20:09 por Felipe

Setembro 2018
SegTerQuaQuiSexSabDom
     12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

Calendário Calendário

Os membros mais marcados


O Segredo das Montanhas - Barduk e Nyx!!

Ir em baixo

O Segredo das Montanhas - Barduk e Nyx!!

Mensagem por Felipe em Sab 13 Jan 2018 - 11:44

(Longa narrativa apenas)

Nyx parte uma hora depois da tensa reunião com o comandante, e sob olhares nada amigáveis do rio que o acompanha, e que agora recebeu a incumbência de comandar.
A única coisa que o separa de uma surra é a natureza Ordeira dos dragões-púrpura. Nyx sabia que estava indo rápido demais, chamando atenção demais em seu novo papel, e mesmo que tenha conseguido participação na misteriosa missão para as montanhas, sabia que pouca coisa boa viria depois disso.

A viagem rumo aos terrenos elevados é demorada, pois conforme ordenado, Jules, o soldado gorducho, foi à pé com seu equipamento, então de tempos em tempos as montarias tinham de parar para esperá-lo.
Exceto por algumas respostas mecânicas de um soldado NADA disposto a cooperar, ele até foi bem obediente todo o caminho.

No final do dia, já estavam em terreno árduo e elevado, percorrendo grandes cristas rochosas e trilhas traiçoeiras, guiados apenas por um guia das montanhas incumbido pelo comandante de levá-los a um enclave de Magos de Guerra.
Todos os quatro estavam ás cegas sobre seu destino, suas ordens e a natureza da missão.

Então, não foi sem alívio que enfim chegam a um vasto platô onde, para sua surpresa, o clima rígido das montanhas desaparece, e entram numa terra plana e verde, como se mudassem de local.
No centro deste pequeno paraíso, este oásis de terra fértil onde até mesmo passam por pequenas plantações sendo cuidadas por camponeses, logo chegam a um casadão com janelas para todas as direções, e cada vidro ali tinha inscrições, certamente mágicas.

Ali, o guia se estabelecerá, pois vocês terão agora a segunda parte de sua tarefa, que será escoltar dois magos de guerra residentes até terras ainda mais distantes nas montanhas.
Menos de um dia de descanso, e Jules estava com os tornozelos inchados de tanto caminhar. Mal teve tempo de uma compressa e partes de uma noite de descanso antes de partirem pouco depois do nascer do sol.
Nunca imaginaram que magos acordassem tão cedo. Estes, porém, parecem não ter sequer dormido, pois toda a noite puderam ouvir conversas e conjurações por toda parte.
No enorme casarão, só tiveram acesso a um galpão nos fundos, que servia de abrigo a soldados e viajantes.
Nyx não estava à vontade com seus comandados, principalmente Jules, cujo olhar acumulava raiva a cada passo, e a cada gemido pela dor nos tornozelos. Não importava o que fizesse, ele se mostrava bastante rancoroso.

No dia seguinte, partiram todos a cavalo (menos Jules - um dos magos foi avisado da "incumbência" imposta ao soldado, e parabeniza Nyx que, segundo ele, "estava se saindo muito bem em "fazer amigos".)
Sabia que Istvan era conhecido por ser severo, mas aquilo já passava dos limites.

Os magos conjuram suas próprias montarias, enormes cavalos cor de quartzo, do branco ao esverdeado, com pisadas firmes e muito fortes... mas não tão rápidos quanto cavalos comuns como o dos três.

A nova comitiva segue firme, deixando o "oásis" e voltando ao clima frio e tempestuoso, com ventos e tempestades constantes, até juntar-se a um segundo grupo que vinha por outro caminho onde, pasme, Nyx reconhece Barduk e seus martelantes sendo conduzido por um soldado dragão-púrpura.

===================================================

Barduk junto de sua comitiva é levado pelo batedor (que parecia saber um pouco demais sobre cada um ali) a uma trilha das mais ordinárias nas montanhas, até aproximar-se de um paredão rochoso.

Um pouco antes, um grupo de 4 soldados dragões-púrpura (um deles vindo à pé) escoltando 2 magos de guerra sobre montarias mágicas cor de quartzo se juntou a vocês.
Os martelantes, que já estavam desconfiados, ficam ainda mais.

===================================================
Ambos:

Ali, exceto pelas frestas naturais causadas pelo tempo, Barduk percebe, com seu olhar de anão sobre as pedras, marcas do que pareciam enormes (mesmo) garras, como se alguma fera gigantesca tivesse escalado aquela encosta há muito tempo, tão pesada que suas marcas ficaram entalhadas até os dias atuais.

Os martelantes também notam, e ficam receosos. Era como se estivessem seguindo o rastro de alguma besta lendária. Será que estavam, inadvertidamente, em uma caçada? A desconfiança por seu "guia" só aumentava.

Ele desmonta e leva a lança até o pé do paredão, e então diz, o tom era sério:
- Por favor, desmontem. Esta é uma parte muito importante da viagem. Quando ouvirem o rugido do Trovejante, por favor, AJOELHEM-se.

Os Martelantes ainda se olhavam, e olhavam o general a procura de conforto, ou de ordens. Estavam confusos, e começando a ficar assustados.
Mas antes que percebessem, o guia toca a encosta com a ponta da lança, bradando:
- Nós, que aqui estamos, viemos servi-lo, GRANDE DRAGÃO PÚRPURA!!

Pedras estalam, partes da encosta se agitam, derramando poeira e pedregulhos, e TODO o paredão se racha, abrindo um vão bem no meio.
Uma névoa fria (ainda mais que o frio das montanhas) escapa pela abertura, e um vulto enorme, uma cabeça de dragão, pode ser notada no vão, os olhos faiscando como nuvens de relâmpagos.

O vento muda, e imediatamente o Batedor se ajoelha, baixando o olhar em sinal de submissão, apoiando na lança.
Os animais ficam inquietos. Torukk se agitava pra um lado e pro outro. Barduk o conhecia bem. parecia estar fazendo pontaria com o chifre.

Mas no último instante, decide fazer o jogo de seu guia e se ajoelhar, mas sem baixar completamente o olhar. Um pouco por desconfiança. Outro pouco por curiosidade.
Assim, cada Martelante imita o gesto, mesmo descrente, logo seguidos pelos soldados dragões púrpura, exceto pelos magos de guerra, que olhavam diretamente para a fresta no paredão, pareciam maravilhados... ou encantados.

Então, da fresta brota um enorme clarão, como se o dragão cuspisse uma violenta baforada de luz. Sentem seus corpos queimando... na verdade se aquecendo.

Quando a obscuridade da claridade se desfaz de seus olhos, o ambiente já era outro. Não mais tempestuoso, muito menos frio.
Para Nyx, foi a mesma sensação de quando chegaram ao "oásis" dos magos de guerra, nas montanhas.
Para barduk, aquilo nem sequer pareciam mais montanhas, mas alguma espécie de vale escondido entre os picos, talvez protegido por alguma magia poderosa.

==================================================

Escondido nas montanhas por efeitos como "Terreno Ilusório", um pequeno castelo serve de ponto de recuperação e esconderijo a uma elite de soldados após a Guerra Goblinoide, onde os mais feridos se recuperam, e uma nova força vem se preparando depois das terríveis experiências contra enormes criaturas.




Falanges e formação de lanceiros são preparados para deter qualquer tipo de avanço, pela frente ou pelo alto.




Eles são perigosos e estão preparados:




Cavaleiros experientes treinam dia e noite num terreno árduo para qualquer tipo de confronto.




Batedores experientes e mensageiros treinados levam avisos e mensagens importantes além das fronteiras.




Um grupo de guerreiros de elite, uma pesada infantaria preparada para qualquer tipo de inimigo ou situação, com vestimentas feitas para proteger seus soldados de qualquer ataque mágico.




Seus comandantes são chamados de "Coroas de Espinhos", mestres da guerra igualmente protegido contra efeitos mágicos, feitos para quebrar qualquer falange adversária e abrir caminho para seus lanceiros.




Tiror Dreadsoul viu os terrores da guerra, o fim de famílias inteiras, a queima de cidades e vilarejos no caminho da morte e da destruição alada. Sobrevivente da campanha contra a Horda Villhon, é duro em seu julgamento, bondoso em suas maneiras, e justo em sua sentença.



==================================================

Epílogo:

Quando o clarão se desfez, para espanto de todos, Nyx estava completamente nú, exposto da cabeça aos pés entre soldados cormyrianos, e principalmente o gorducho o ataca com raiva, acusando-o de ser um traidor, um espião.

Imediatamente o mestiço é transportado para alguma prisão, onde passa algum tempo sendo pesadamente interrogado por um dos dois magos que o acompanhava. Mas por mais que relutasse ou resistisse, logo acaba cedendo aos feitiços e falando um pouco mais do que devia.

Barduk, por sua vez, fica chocado com a revelação, vendo que um dos soldados dragões-púrpura que ali chegou em sua companhia era, na verdade, Henri disfarçado. E precisou causar um grande rebuliço para conseguir chegar até ele, não sem que no mínimo 2 dias tivessem se passado quando finalmente foi levado à prisão onde o encontrou ainda acorrentado. estava exausto, e tinha sido tão enfeitiçado que sequer eram precisas novas magias para fazê-lo falar. Com os cumprimentos de um mago-de-guerra interrogador e experiente.

Nada do que o mestiço dizia tinha a menor importância ou representava risco algum para as defesas do lugar. então ele seria solto em algum lgar das montanhas, a caminho de alguma cidade distante, sendo enfeitiçado para que não se lembrasse de nada.

Por mais que Barduk quisesse interferir, não tinha nenhuma autoridde ali, e Henri foi pego tentando se infiltrar em um local secreto mantido pelos Magos de guerra e pelos Dragões Púrpura. E se não fosse Cormyr este reino, teria certamente sido executado ali mesmo como traidor.

Barduk não tinha nenhuma autoridade ali, e temia pelo destino do mestiço... mas alguém ali ainda tinha autoridade para interceder.

Henri ainda estava a ferros, prestes a ser transportado para longe sob olhos atentos de cada um dos recém-chegados (que foram também interrogados - até mesmo Barduk - sobre qualquer possível ligação com o espião, considerado, na pior das hipóteses, um infiltrado Zhentarin.

Foi quando as portas-duplas do salão que estava servindo de tribunal se abriram, e Ela entrou acompanhada por outra maga-de-guerra, uma mulher que cobria o rosto com um véu no estilo dos povos beduínos de Anauroch.




Foi tanto espanto á sua chegada que todos ali se ajoelharam, sem sequer pensar em respirar.
Barduk também se ajoelhou, mais como um reflexo, não tinha certeza. Nunca a vira antes, mas conhecia aquela mulher.

Lady Alusair Obarskyr, a "Princesa de Mithril", regente em comando do Reino de Cormyr.


Primeiro foi a curiosidade que a fez interferir. Não gostava que os assuntos do Reino lhe fossem escondidos, e repreendeu severamente cada um dos magos envolvidos no "interrogatório". Aliás, sua fala mais branda a eles foi "Onde pensam que estão? No Forte Zhentil??? Esta não é a MANEIRA DE CORMYR!!"

A repreensão aconteceu á vista de todos, e era certo que em algum lugar, algum bardo conheceria aquelas palavras. Talvez mais um prego no caixão do renome dos Magos de Guerra.

Seu segundo ato foi ordenar que um banquete fosse oferecido aos recém-chegados, e por mais que não estivessem merecendo, os Mago repreendidos fariam parte do banquete, pois "Esta sim é a maneira de CORMYR!! É o que nos diferencia de animais como os zhentarins!!"

Até mesmo Henri foi retirado dos grilhões, vestido e novas roupas lhe foram providenciadas. Por curioso que fosse, serviam perfeitamente - com os cumprimentos dos talentosos alfaiates-reais.

===================================================

Durante este banquete, que tinha mais comida à mostra do que seus estômagos podiam comportar, a Regente se apresenta, agora formalmente a Barduk, como autora da carta-confite.
Além disso, diz conhecer Henri muito bem, de outras operações em Sembia. Como podiam ver, quase nada acontecia em seu Reino sem que chegasse até ela toda informação importante.
A mulher de véu é apresentada como Caladnei, Maga-Real e Conselheira Pessoal da Família Real.
Apesar dos títulos, o olhar por trás do véu tinha alguma simplicidade, e não a aura de poder de um arquimago. Mas sabiam que não era alguém a se testar. Ninguém chega ao posto de Mago-Real sem ter uma certa habilidade para a magia, principalmente as mais destrutivas.

==================================================

Sem saber ao certo quanto tempo se passou, ambas as comitivas confabulam sobre os próximos passos das defesas nas montanhas. Um verdadeiro debate de estratégias, onde Barduk fica impressionado com a habilidade e conhecimento de terrenos da Regente. Era como se ela tivesse pessoalmente percorrido cada caminho, cada estrada, cada trilha nas montanhas.

No mapa que puderam ver na Sala de Guerra, Barduk reconhece vários dos lugares que foi levado pelos magos de guerra no comando da Magistrada Gillian, além de muitos mais.
Nota um padrão em alguns, e antes que percebesse Alusair percebe seu olhar, dizendo "Portais... nem todos puderam ser tomados ou destruídos ainda"

Eram os mesmos lugares que Finn, sem saber, investigava, e agora preparava suas tropas para incursão. Se a informação estivesse certa, o elfo não estava mandando seus soldados contra goblinóides, como de costume, mas contra magos-de-guerra.

Depois de longos debates (alguns dos quais Henri foi deixado de fora, sendo mantido entre os soldados, que o viam com grande desconfiança), era hora de retornar às suas terras.
Os martelantes estavam até as tampas de tanto comer, alguns levando "souvenires", comida da melhor qualidade. Quem sabe quando voltariam a provar daquelas iguarias?
Henri é surpreendido com um presente incomum. No quarto onde estava, roupas típicas de um soldado de elite estavam preparadas para seu regresso, além de um medalhão acompanhado de detalhadas instruções.
O medalhão era uma "fonte de ilusão", como um "Chapéu dos Disfarces", exceto que era mais difícil de ser tomado ou perdido. Mas tinha uma limitação. Só era possível fazer a apar~encia de alguém que já tivesse visto antes.
Como Nyx era sua criação, não teria dificuldade alguma em personificá-lo novamente.

Os outros 3 soldados e os magos-de-guerra de sua força foram instruídos a guardar segredo de sua identidade, como "um agente de confiança do Alto Comando". Nenhum deles ousaria desobedecer esta ordem, e certamente continuariam a tratá-lo coo Nyx pelo tempo em que estivessem no mesmo destacamento.

Já o soldado gorducho... este certamente daria mais trabalho. Mesmo tendo sido curado das feridas e do cansaço das longas caminhadas, não gostou de ser enganado. Certamente poderia causar algum transtorno para Nyx, no futuro.

==================================================

Epílogo:

Quando deixavam o santuário dos Dragões Púrpura nas montanhas, voltando pelo mesmo caminho, puderam ver a Regente de uma sacada observando sua partida, mas também supervisionando os afazeres das forças em treinamento.

Era um expercito tão bem preparado que Barduk rezava não encontrar do "lado errado".

Mas pouco antes de desaparecer de suas vistas, um homem de idade avançada veio se juntar a ela, um homem de barba e cabelos brancos, e o olhar da experiência dos anos.

Então, tudo volta a ser frio. De volta às montanhas.

Nyx seguirá com seu grupo de volta ao oásis, e de lá de volta à Boven, acompanhado dos 3 soldados. E sim, o gorducho ganhou um cavalo, além da promessa de que Istvan seria repreendido por sua atitude.
restava saber o que sobraria de Nyx depois desta tensa expedição.

Barduk volta a Gauntlgryn, e retoma os afazeres da cidadela em seu novo ofício, o de Thurmaz.
avatar
Felipe
Admin

Mensagens : 3992
Data de inscrição : 12/10/2015
Idade : 40
Localização : São José dos Campos - SP

http://ospilaresdodestino.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Segredo das Montanhas - Barduk e Nyx!!

Mensagem por Barduk Amarkill em Dom 14 Jan 2018 - 14:46

Considerações:

*barduk se mostra extremamente agradecido pelo convite, sabia se tratar de algo importante mas nunca havia pensando em encontrar a princesa regente naquele local. O anão deixa claro seus votos de apreço e estima pela família real, mesmo sem saber o motivo, era algo em seu sangue, um sentimento que se enraizava desde o momento que acordou*

*sobre os locais, conta que por uso de subterfúgios foi enganado pela magistrada e passou por todos aqueles pontos no mapa e que neste momento um elfo de grande renome preparava uma incursão por aquele local, pensando se tratar de pontos de acesso de hordas goblinoides. Fica a dúvida e a pergunta para a princesa regente*

-aqueles magos de guerra são confiáveis? tentaram prender Finn Goldpetal em Lakeheaven manchando sua reputação perante a Côrte Élfica. Desculpe-me se pareço desrespeitoso mi lady, mas não sabemos em quem confiar e a cada momento novos inimigos se apresentam. Istvan e a magistrada estão a um fio de me levar preso e minha saída foi aceitar seguir a Arabel e me apresentar formalmente a côrte correndo o risco de não voltar.

*sem ser pretensioso, pede que os magos que irão aos portais sejam de confiança e possam dar suporte a Finn Goldpetal para destruí-los, pois o elfo possuía um artefato que poderia ajudar nesta questão e dependendo de quem seguisse pra lá um grande embate desnecessário teria início e pelos deuses, que estragos iriam causar*

*relata que por muito tempo pensou que o norte estava abandonado, pois todas as notícias que chegavam se mostravam desfavoráveis e então começa a tratar uma linha entre Oxys e Alastor...Dáin também estaria nisso?*
-Oxys Boven e Alastor nos mostraram um norte desprotegido e tomado por hordas goblinoides, xamãs, lobisomens e gigantes. Graças aos bons deuses conseguimos libertar Gauntlgrym e trazer Dáin e seus homens para a superfície, foi onde tudo começou. De lá pra cá nos deparamos com Zentharins e descobrimos uma ligação de parentescos com...

*fica ressabiado, antes de continuar, engole seco*
-Oxys e um capitão dragão.

*A esta altura suava frio*
-Arkos é o nome dele. O enfrentei em batalha, mas ele conseguiu escapar, tomamos uma torre em meio a floresta, de sua posse, e descobri que se tornaria um templo dedicado a Cyric e que há muitos outros espalhados por toda Cormyr além dos portais que possibilitariam uma incursão contra o reino vinda de todas as partes.

*sobre as marcas do dragão*
-há algo que eu possa saber sobre as marcas do dragão que vimos nas ecostas aqui perto? *não dá indícios sobre o que sabe*

Descobertas:
-as defesas do reino não estavam em frangalhos.
-a princesa regente já estava de olho em Barduk (o que comprova um comentário de Michael tempos atrás onde disse que a própria princesa perguntava sobre quem seria o anão no norte).
-ciente das intrigas no reino a princesa organizava suas defesas longe dos olhares nefastos de magos e dragões corruptos.
-o norte estava sob supervisão, o que iria de encontro as falas de Oxys e Alastor, mantendo os olhos do anão mais atentos a família Boven e no velho Alastor.
-Henri dizia a verdade quando falava ser um infiltrado da coroa, agora com aval da própria princesa em sua frente, calando a boca de magos e dragões púrpura.
-um grande dragão passou por ali, seria ele Nalavara?

Pensamentos:
-Com Elminster junto de Storm, quem seria o velho ao lado da princesa? O próprio Azoun IV? Estaria o Rei ainda vivo? se aquele era um castelo escondido aos olhos de todos, onde os dragões púrpura poderiam treinar e se recuperar, poderia muito bem ser um esconderijo para o próprio rei.
-Muitos estão atrás de algo nas montanhas, vai muito além do local onde supostamente o Rei e Nalavara se enfrentaram, estariam eles atrás de Ghazz ou Nalavara ainda estaria viva?
avatar
Barduk Amarkill

Mensagens : 573
Data de inscrição : 12/10/2015

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Segredo das Montanhas - Barduk e Nyx!!

Mensagem por Felipe em Dom 14 Jan 2018 - 15:25

Muito boas as colocações e considerações, meus parabéns!!

Todos ganham com a trívia (que você respondeu acima) 750 xp de prêmio. Barduk, 1.500 xp

Ao contrário do que as próprias autoridades pensavam, o norte do Reino não estava desprotegido. Nunca esteve. Pelo contrário, depois doq ue viram, ousariam dizer ser a linha de defesa mais bem preparada que um reino poderia ter contra tantas ameaças.
E por sua mais recente experiência, até mesmo estavam preparados contra a incursão devastadora de um enorme dragão.

Não havia (ainda) algo com que se preocupar. Pelo que o mapa de guerra demarcava, a Princesa-regente não só conhecia os portais Chamas-rubras como muitos mais, ou o grupo é que DESconhecia a maior parte deles.
Fosse como fosse, uma dúvida ainda pairava na mente do anão: Se a Princesa-regente tinha seus próprios magos-de-guerra cuidando das montanhas em tantas frentes (algumas reconhecidas por barduk de suas próprias viagens), estaria Gillian do aldo certo da balança, apesar de suas maneiras duvidosas, ou estaria ela tramando CONTRA a coroa, e usando pra isto o anão como bode-expiatório para qualquer fiasco nas montanhas?

O jogo do poder se mostrava mais complicado do que gostaria de pensar. Cada vez que Barduk desvendava uma trama, tantas novas surgiam.
Levaria muito tempo para assimilar toda aquela informação, mas algo fica evidente depois deste magnífico encontro com a Princesa-regente:

A viagem a Arabel já não era mais t~ao necessária, pelo menos não tão urgente quanto Barduk fora levado a acreditar.

===============================

Pouco antes de partir, a Maga-real se aproxima do anão, tocando-lhe a testa.
Barduk sente sua mente voar para longe, sobrevoando mar aberto, até chegar a uma encosta escarpada.
Ali, em meio ás rochas, vê uma torre construída sobre as pedras, feita do mesmo material.
A arquitetura? idêntica àquela que encontraram na floresta perto de Boven.

Talvez fosse uma pista para o anão seguir em suas expedições no futuro.
Ou talvez um aviso de que os Magos-de-Guerra tinham conhecimento de outras torres, e estariam preparados para elas, ou sua possível ameaça na tentativa de um ataque simultâneo.

De qualquer forma,d epois de ver do que um só mago era capaz, fosse Finn ou fosse Michael, Barduk se perguntava doq ue seriam capazes tantos magos coordenados, como os Magos de guerra de Cormyr.

Seu coração fica menos apreensivo com a descoberta da torre. E uma nova certeza lhe faria companhia nos tempos que viriam:
Os Andarilhos do Destino não estavam mais sozinhos em sua vigilância contra a ameaça Zhentarin.
avatar
Felipe
Admin

Mensagens : 3992
Data de inscrição : 12/10/2015
Idade : 40
Localização : São José dos Campos - SP

http://ospilaresdodestino.forumeiros.com

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O Segredo das Montanhas - Barduk e Nyx!!

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum