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Os Nove Infernos de Baator!!

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Os Nove Infernos de Baator!!

Mensagem por Felipe em Dom Maio 20, 2018 5:48 pm

Os Nove Infernos, às vezes Infernos, ou apenas Inferno, também conhecido como  Baator na língua Infernal, é o lar dos Diabos. É um lugar de maldade sinistra e crueldade institucionalizada e organizada num sistema de castas com uma cadeia de comando muito rígida. Diferente dos demônios do Abismo, os diabos são altamente organizados em sua busca por poder e status — esquematizando e tramando plots de poder, golpes e assassinatos. Cada um dos nove Infernos tem suas próprias leis físicas, propriedades e matéria que o compõe, mas todos são inóspitos e até mortais para estrangeiros. O lugar deste plano na cosmologia de Forgotten Realms mudou ao longo do tempo, mas sempre foi um lugar de intriga e bastião para aqueles de alinhamento leal e Mal.

Cosmologia

O modelo cosmológico da Grande Roda colocava os Nove Infernos nos Planos Exteriores, entre Gehenna e Acheron, com ligações diversas com as Concordâncias Opostas e o plano Astral. Cada Inferno possui inúmeras camadas interconectadas umas às outras, além de ter fronteiras bem definidas entre os próprios Infernos, como se fossem camadas de um bolo — O final de uma camada mesclava e criava zonas de constante conflito com a camada seguinte, sempre se aprofundando cada vez mais "para baixo" na cosmologia. O rio Styx flui da primeira camada, Avernus, até a quinta, Stygia, antes de cruzar os planos até Gehenna.

Quando o modelo da Grande Roda foi obscurecido pelo modelo da Grande Árvore, o rio Styx mudou de nome para Rio de Sangue e passou a correr por todos os planos Abissais (exceto o Trono Supremo e os Poços das Teias Demoníacas) começando no Abismo, passando pelas Fendas de Sangue — um lugar incomum que conecta o Abismo aos Nove Infernos — aproximando os diabos de seus arqui-inimigos, os demônios, resultando na Guerra Sangrenta. Os níveis ainda são descritos como sendo infinitos, mas com um descomunal Poço Central de dimensões infinitas que vai de uma camada à próxima, com uma queda de milhares de quilômetros entre elas. Os cosmologistas descobriram portais entre os Nove Infernos e as Barreiras da Perdição e do Desespero, Clangor e, em acordo com Kelenvor, com o Plano da Fuga. O plano Astral conecta os planos Abissais ao Plano Material Primário, mas não faz ligação entre eles.

Depois da Spellplague, Asmodeus consumiu a essência de Azuth atingindo (alguns dizem recuperando) a condição de Grande Divindade e encerrando de vez a Guerra Sangrenta enviando o Abismo às profundezas mais distantes do Caos Elementar.
O modelo de cosmologia em Eixo descreve os Nove Infernos como um domínio flutuando no mar Astral, não mais de proporsões infinitas nem separado em camadas, governado por Asmodeus e seus oito arqui-diabos Vassalos. Uma vez mais o rio Styx flui entre o Abismo e os Nove Infernos, poluindo o plano Astral em seu final.

Descrição

Cada um dos nove Infernos era único e refletia a malevolência de seu governante, ou talvez seus arqui-diabos eram moldados nos domínios que conquistavam, Ninguém sabe ao certo. Nas cosmologias anteriores, cada Inferno era uma camada rígida e delimitada, com fronteiras claras com suas vizinhas. Mas depois da Spellplague, os domínios dos arqui-diabos passaram a ser descrito como territórios (largos, mas finitos) ou Círculos. A relação entre camadas ou círculos não é precisamente conhecida. O que se segue são descrições dos nove Infernos reportadas por cosmologistas seguindo vários modelos, copiadas, coladas e listadas.

Avernos:
O primeiro círculo do Inferno era o mais "superficial" porque viajantes astrais emergiam de poças coloridas neste nível e seguiam para os próximos descendo cada vez mais fundo nas hierarquias e lidando com poderes cada vez maiores. De acordo com o modelo da grande Roda, este nível também é conectado por portais com Acheron, Gehenna, e com as Oposições Concordantes. Pelo modelo da Grande Árvore, portais conectavam Avernus à Clangor, às Barreiras da Perdição e do Desespero e às Fendas de Sangue pelo Rio de Sangue. Acreditava-se que os arqui-duques infernais mantivessem portais com os domínios de Bane, Loviatar, e Talona, mas os locais e protetores destes eram desconhecidos. O modelo em Eixo isolava completamente os Nove Infernos, sem conexões claras, exceto pelo rio Styx, com o Abismo. Viajantes do mar astral que não seguissem o rio Styx acabariam caindo em Avernus ou nos Poços de Fogo Mortal.

De todas as maneiras, Avernus é um lugar desolado com solo rochoso, vasto, vegetação retorcida, ninhos de serpentes escondidos por toda parte, cavernas e fendas, vulcões e rios de magma. O céu não possui estrelas, coberto com uma densa nuvem de fumaça, e iluminado por um vrmelho-brasa devido às imensas nuvens de gás inflamável ou espalhadas pela atmosfera, explodindo aleatoriamente em gigantescas bolas de fogo. Durante a Guerra Sangrenta, Avernus ecoava ao som da marcha das inúmeras hordas de diabos marchando contra seus inimigos demônios,  o chão até hoje marcado pelos restos de imensas batalhas, e sangue brotando em fontes até formar córregos que desembocam no rio Styx.

Dis

O segundo círculo do Inferno, quando é descrito por si mesmo, é uma imensa planície eterna marcada por rios de águas negras, estendendo-se por milhares de quilômetros até alcançar alguma colina mais íngreme. O céu é coberto por nuvens esverdeadas cortadas aqui e ali por imponentes relâmpagos. No centro deste plano ergue-se a Cidade de Ferro de Dis, com muitos quilômetros de altura e centenas de quilômetros de largura. Os rios desembocam num fosso descomunal, grande o bastante para ser chamado de "lago" que circunda a Cidade de Ferro. A vista da Árvore do Mundo é vasta mas distante, cada vez mais se aproximando pelas campanhas promovidas pelos planos de Dispater. O metal dos muros e as pedras das ruas vbrilham no tom vermelho de ferro em brasa; mais do que alguns passos de proximidade podem causar queimaduras severas. Prisioneiros de guerra, presas atormentadas, criminosos e vítimas sequestradas de outros planos são mantidas em enormes calabouços nos subterrâneo, de onde seus gritos e súplicas podem ser ouvidos por canais de ventilação que se abrem nos muros da cidade. Acima de tudo ergue-se a Torre de Ferro, onde Dispater senta-se e esquematiza, intocável. No Eixo do Mundo, a cidade de Dis fica escondida dentro de uma caverna em Avernus fechada por um gigantesco portão de ferro do tamanho de uma montanha.

Minauros

Minauros, o terceiro Inferno, era descrito como um eterno pântano incrivelmente poluído, com corpos apodrecendo por toda parte e brejos fedorentos, repetidamente dissolvidos pela chuva, e espalhados pelas inúmeras tempestades. A paisagem encharcada, repleta de pedaços de ossos e veios lamacentos torna qualquer caminhada extremamente difícil, e só é quebrado eventualmente por trilhas de rocha vulcânica. criaturas inomináveis temidas até pelos diabos vivem nestes pântanos. Minauros como um reino conecta-se por uma imensa e fétida caverna à distante cidade de Dis. Um líquido oleoso escorre frequentemente do teto da caverna e "chove" sobre os pântanos, desertos de lama e solo pretos e gosmentos, abrindo-se em nuvens esparsas de gêiseres de enxofre.

Minauros também era o nome da cidade de pedras negras erguida e governada por Mammon nas traiçoeiras paisagens deste reino. Apenas o esforço de milhares de servos e escravos previne que a cidade afunde e seja consumida pelo pântano. A cidade do Clangor Estridente, também conhecida como Cidade das Correntes, balança presa por inúmeras e descomunais correntes sobre fossos barulhentos e é governada por kytons.

Phlegethos

O quarto círculo do Inferno é o que mais se assemelha ao modelo estereotipado de terra escaldante de danação eterna, cheia de vulcões, rios de fogo líquido, rochas escaldantes, colinas de cinzas, fossos de fumaça, calor insuportável, inteiramente assolada por tremores e terremotos. Até o ar parece em chamas, e assim Phlegethos é erroneamente confundido com o plano do Fogo. No modelo em Eixo, Phlegethos é uma caverna quilômetros abaixo de Minauros, onde lava escaldante escorre de fissuras no teto. A cidade de Abriymoch é o local de poder deste reino, construída em magma endurecido e obsidiana extraída das profundezas de um vulcão extinto que provê seus visitantes com alguma proteção contra o calor presente no resto deste plano.

Stygia

O oposto de Phlegethos, Stygia é um oceano sem fim coberto por um denso lençol de gelo de mais de 5 quilômetros de espessura, ou um oceano de sal congelante repleto por icebergs enterrado quilômetros abaixo de Dis e centenas de quilômetros distante de Phlegethos dependendo do modelo cosmológico usado. De acordo com os modelos da Grande Roda ou da Grande Árvore, o rio Styx abre caminho no gelo formando um leito. Os modelos mais antigos sugeriam que o Styx suportou uma estranha e única vegetação, mas que depois de milênios tornou-se decrépita e pantanosa. Algumas poucas ilhas flutuantes são os únicos locais não congelantes de Stygia, seus picos atingidos constantemente por relâmpagos despejados do céu sempre enevoado. Onde os raios atingissem, aconteciam os estranhos fenômenos conhecidos como "fogo congelante": chamas brancas de extremo frio "queimavam" por algum tempo e depois se apagavam sem deixar vestígios. A grande cidade de Tantlin foi construída numa destas ilhas, numa das curvas pantanosas do Styx, ou talvez sobre um gigantesco iceberg. Devido à proximidade do Styx, Tantlin é um posto de negociações inter-planares para aqueles bravos o bastante para navegar pelas águas turbulentas do rio até este lugar.

Malbolge
Não há acordos entre cosmologistas sobre a natureza do sexto círculo Infernal. No modelo da Grande Roda, Malbolge era uma colossal pilha de pedras negras, cada bloco tendo o tamanho de uma cidade inteira, de pequenas até o de metrópoles, formando uma pilha de centenas de milhares de quilômetros de altura. O formato aleatório e irregular dos blocos formava passagens e cavernas fazendo que visitantes voadores constantemente precisassem se arrastar entre as fendas e arriscar causar desmoronamentos. Nuvens fedorentas emergiam de várias frestas e poluíam o ar com a cor do sangue estagnado, fazendo que os cosmologistas especulassem que os blocos de Malbolge estivessem sobre um enorme mar de lava. Para corroborar esta visão, materiais inflamáveis costumam incinerar espontaneamente quando deixados por algum tempo no "chão". A maioria das habitações de Malbolge são fortalezas construídas nas rochas escuras de cor de cobre.

A visão deste plano no modelo da Grande Árvore é similar ao plano de Gehenna no modelo da Grande Roda: um Um penhasco infinito e elevado, inclinado e sempre sujeito a avalanches repentinas, esmagando tudo em seu caminho. Os fortes de cobre têm formados de rebites ou são achatados para prevenir estas avalanches, mas mesmo estes não conseguem evitar as piores e mais esmagadoras avalanches.

No modelo Axial, Malbolge é outra enorme caverna conectado a Stygia por canais congelados que despencam vários quilômetros até seu destino nas pilhas descomunais de rocha e detritos. Um antigo deus reformulou este plano para parecer um imenso jardim cheio de fontes, torres e poças de água cristalina, e toda forma de paisagem bela. Com a chegada dos diabos, Malbolge ainda é linda na superfície, mas feia e decrépita conforme se aprofunda, distorcendo a beleza, destruindo a arquitetura perfeita e envenenando as plantas e animais.

Maladomini

O modelo da grande Roda descreve o sétimo nível do inferno como tento nuvens de cinzas poluídas dominando os céus como Malbolge, mas sua superfície é sólida. Depois da Spellplague, Maladomini tornou-se um labirinto colossal com quilômetros de frestas e passagens levando a Cania, Malbolge, e Nessus. Todos os modelos cosmológicos concordam que o sétimo inferno é repleto de ruínas de cidades, rios estagnados, minas e veios minerais exauridos e minas abandonadas, aquedutos de pedra e canais de lava, fortalezas decadentes, enxames de vespas venenosas, e poças de piche que emergem do solo. O Lorde do Sétimo Inferno nunca está satisfeito com a construção de seu palácio e repetidamente constrói e abandona cidade após cidade. A maior e mais bonita é Malagard, uma metrópole/palácio/fortaleza/acrópole alastrada com uma miríade de torres negras conectadas por teias emaranhadas de pontes e passarelas. Malagard é presumida de possuir milhões de cômodos e um labirinto de masmorras igualmente vasto.

Cania

Ambos os cenários pré e pós Spellplague concordam que Cania era um cenário dominado por fortalezas do tamanho de montanhas feitas de gelo eterno, onde geleiras titânicas sempre se movendo faziam das tempestades de neve de Stygia uma chuvinha reconfortante. Viajantes despreparados eram expostos a temperaturas de -50oC mas por outro lado, quase não haviam criaturas vivendo nestas geleiras. Rumores descreviam a cidadela de Mephistar como construída em ferro, mas depois mudaram para uma descrição mais elaborada, escavada e construída em gelo. Mas todos os modelos concordam que seu interior é reconfortantemente quente, levando à geleira de Nargus cuja velocidade e deslocamento são controlados por Mephistopheles em pessoa.

Nessus, o Nono Inferno

O Nono e mais profundo Inferno era uma terra de extremos no modelo da Grande Roda: regiões frias como Cania, vulcões descomunais como em Phlegethos, lagos congelados, florestas em chamas, colinas íngremes, ventos de fogo, e uma enorme cidadela muito maior que Khin-Oin no Hades (Depois, o Khin-Oin tornou-se parte do Abismo). O modelo da Grande Árvore não contradiz este modelo de Nessus mas concentra-se mais nas paisagens assoladas e matas de espinhos do tamanho de árvores onde está localizada Malsheem, a Cidadela do Inferno. É dito que Malsheem abriga milhões de diabos em seus edifícios montanhosos, dos túneis entrincheirados até as mais altas torres acima deste plano torturado. O Modelo Axial concorda com sua paisagem de encostas, poços, e abismos levando cada vez mais baixo, formando labirintos verticais de quilômetros de profundidade que contém grandes cidades, armadas infernais, até chegar à fortaleza de seu Grande Lorde Asmodeus.

Habitantes: Diabos

Os principais nativos dos Nove Infernos/Baator são os Diabos, e sua diversidade é vasta demais para ser enumerada. Além dos Diabos, este plano é lar de bonespears, gathra, haraknin, cães-infernais, imps, bruxas-noturnas, pesadelos, e maelephants. Além disso, podem ser ainda encontrados achaierai, barghests, gatos-infernais, mephits, rakshasa, e kows-fedorentos.

Pós-vida

O caminho das almas no pós-vida também mudou com as mudanças na cosmologia. No modelo da Grande Roda, as almas destinadas ao inferno ali surgiam como nupperibos sem mentes ou, se merecessem, lemures semi-inteligentes. No modelo da Árvore da Vida, primeiro as almas passam pelo Plano da Fuga onde passam pelo Julgamento e aguardam ser levadas aos planos de suas divindades. Enquanto esperam, os diabos têm permissão para barganhar com estas almas, jogando com seus medos e dúvidas para torná-los lemure, já que uma chance de promoção é melhor do que um destino, muitas vezes, incerto. Almas habilidosas ou poderosas podem negociar seu tempo como lemure aplicando maldições e punições àqueles deixados para trás em suas vidas. Depois da Spellplague, Shar remoldou o Plano das Sombras, imbuindo-o com as energias da morte não absorvidas pelo Caos Elemental, criando assim Shadowfell. De acordo com o modelo Axial, as almas qcomeçam sua jornada pelo pós vida em Shadowfell e quase todas conseguem alcançar o Plano da Fuga para esperar o Julgamento, mas algumas ficam para trás ou se perdem no caminho.

Reinos

Os nove círculos do Inferno são governados, cada um, por um arquiduque de imenso poder, mas os Nove já foram lar de seres incrivelmente poderosos ao longo de sua história. Aqui estão listados alguns destes que influenciaram, direta ou indiretamente, os eventos em Faerûn, Toril, e além.

Asmodeus, o Senhor dos nove Infernos, exerce seu poder sobre todo seu reino do último patamar do reino de Nessus, chamado Malsheem.
Baalzebul governa o sétimo Círculo, Maladomini, de sua enorme fortaleza Malagard. Alguns materiais creditam a Baalzebul o controle do Sexto inferno (Malbolge) através de seu alter-ego Moloch.
Bahgtru, o forte porém estúpido filho de Gruumsh, já morou nos Nove Infernos antes de transferir sua morada para o plano Astral, em Nishrek, como descritos no modelo cosmológico de Árvore e Axial.
Belial foi o senhor de Phlegethos, o Quarto inferno, baseado no palácio de basalto Abriymoch o "Monte das Chamas Saltitantes", situado na clareira de um vulcão extinto. Algum tempo antes da Spellplague ele colocou sua terrível filha Fierna enquanto ele continuava no comando, secretamente.
Dispater dominou o Segundo inferno, Dis, de sua imponente torre de pedra (posteriormente ferro) na cidade de mesmo nome, também chamada de Cidade de Ferro.
Fierna, filha de Belial, foi a arqui-duquesa do Quarto Inferno, o incandescente Phlegethos, tanto quanto seu pai permitia.
Gargauth pensava-se ser um arqui-duque banido do inferno por traição. Ele acabou se tornando um deus menor ao corromper as almas vagantes pelo Plano Material Primário.
Geryon já governou Stygia, o Quinto Inferno, de um castelo/cidade chamado(a) Tantlin. Em algum momento ele foi deposto ou substituído por Levistus, que acabou aprisionado no próprio gelo eterno que deveria governar.
Glasya, filha de Asmodeus e primeira consorte de Mammon, era senhora do sexto inferno, Malbolge, antes de seu pai destituí-la de seu posto em favor da Bruxa-duquesa.
Gruumsh, deus dos massacres e senhor absoluto dos orcs, já teve um domínio nos Nove Infernos e ainda em outros Planos Inferiores (como Acheron) antes de mudar sua linhagem para a Torre de Ferro no domínio Astral de Nishrek.
A Bruxa-duquesa exerceu poder sobre Malbolge, o sexto Inferno, antes de dar conselhos terríveis a Moloch fazendo-o rebelat-se contra Asmodeus e ser derrotado. Asmodeus eventualmente livrou-se dela e colocou sua filha Glasya como senhora do sexto inferno.
Ilneval, senhor das estratégias e conselheiro de Gruumsh, já morou nos Nove Infernos antes de se mudar para Nishrek como é descrito no modelo em Árvore da cosmologia.
Inanna, uma deusa Untherina do amor e da guerra, já teve um lar no Quarto Inferno, Phlegethos.
Kurtulmak, deus dos kobolds, vivia nas cavernas de Avernus onde se fazia passar por amigo e servo leal de qualquer arqui-duque que tentasse manipulá-lo. Ele se mudou para um novo reino chamado Draukari em Clangor, de acordo com o modeço em Árvore, mas mantem um portal para seu antigo reino nas cavernas de Avernus.
Levistus era senhor de Stygia antes (e talvez ainda o seja) de ser aprisionado em um imenso iceberg que vaga pelo plano.
Luthic, parceira de Gruumsh e deusa dos orcs das cavernas, deusa da fertilidade e da medicina primitiva, compartilhava um reino com Gruumsh nos Nove Infernos antes de se mudar com ele e seus filhos para Nishrek.
Maglubiyet o Poderoso, Lorde das Profundezas e da Escuridão, tinha um reino nos Nove Infernos bem como em outros planos Inferiores (veja Acheron). Depois, mudou-se para o plano de Clangor, mas ainda mantém um portal para os nove Infernos.
Mammon já governou Minauros, o terceiro e pantanoso Inferno, em uma cidade de mesmo nome, sustentada por imensos pilares de pedra negra que afundavam constantemente na lama.
Mephistopheles governava o frio Oitavo Inferno, Cania, de sua poderosa cidadela Mephistar, observando atentamente as geleiras de Nargus.
Moloch governou o sexto Inferno, Malbolge, como vice-rei de Baalzebul antes de ser tomado pela bruca-condessa e, depois dela, Glasya.
Sekolah, o deus dos sahuagin, já nadou soberano nas águas sob Stygia em um reino chamado Sheyruushk.
Set, o deus Mulhorandi com cabeça de chacal e Senhor do Mal, controlava um vasto reino em Avernus que ele transformou num deserto sob um sol escaldante. Ele chamava seu reino de Ankhwughat.
Tiamat já governou o Primeiro inferno, Avernus, de seu covil cavernoso Azharul, "O Covil dos Dragões", servida por dragões malignos tanto materiais quanto espirituais, e uma horda de Abishai. Em algum momento ela guardava a passagem entre Avernus e Dis antes de mover-se para a Caverna da Ambição em Dragon Eyrie. Depois da Spellplague ela se tornou uma serva de Bane em Banehold.
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Felipe
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